A situação se repete em espiral exaustivamente há anos perpassando de longe o nível de mera coincidência pela frequência em que se repete denotando um claro padrão. Toda e qualquer mulher pelo qual o mero olhar é lançado parece compelida a ficar com qualquer um menos comigo, é parente ou "amigo"mas independente das desculpas que os machos usam para reprimir sexualmente, os que ficam com elas são mais feios, duros e burros do que eu e apenas usam das fraquezas e vulnerabilidades femininas para pega-las.
Mas o problema não é apenas isso, essa aberração aparentemente parece justificar algumas ideias senso comum de que a mulher gosta de calhordas e canalhas, que apenas as usa como objeto e a descartam ou traem. Pois é o que sinto exatamente, dentre os poucos que lutam para que sejam respeitadas em sua dignidade é justamente o menos valorizado por elas, após toda baixaria me dá as costas como se fosse exatamente ninguém, desdenham ou simplesmente dão desculpas para não ter nada comigo. Isso para mim é como uma traição, uma decepcionante traição pela profunda sensação de rejeição que me amarga por dentro desde minha infância. Por estes motivos não acredito no movimento feminista, sobretudo tanto atacam o inimigo errado como daqui nunca melhorou nada, são usadas e acham que serem vulgarizadas ao extremo é ter amor próprio simplesmente por rejeitar-me.
Por isso desisti de sempre dá o primeiro lance, de correr atrás, de chegar junto, uma coisa é não ser machista, outra é ser um babaca trouxa, até porque feminismo deve luta para tirar o estereótipo de que é apenas o homem que corteja. Talvez as atribuições delas através da força por de trás desse padrão berrante indique que sua dignidade é tão diminuída a ponto dos animais no cio a julgar como alguns se amontoam ao redor como cães querendo cruzar. É ridícula a cara de pau deles. A ausência de pudor e a indecência dessa gentalha é tanta que já vi cruzarem nas ruas exatamente como isso, cães, sem contar ereções na pista para depois, pasmem, acharem que vão provar que sou eu o tarado por repetir isso a exaustão, afinal apenas assim a mentira difamatória procede.
Agarra-se mulher, abusa, estupra, humilha no coito, pensa nisso o dia todo, no entanto no final eu é quem fico como tarado e elas dizem o infinito "não" a quem lhes respeita, na esperança de que, por inversão, a matilha de cães depravados não as ataquem em grupo num cruzamento grupal. Sim, sou um mané mesmo, admito, mas ainda assim vou continuar lutando pelo que é certo, deixem eles acharem que só porque todos fazem eles também devem, joguem-se na frente do trem caso todos os façam e morram. Amém.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Origens Ocultas do Aterrorizante Falocentrismo Moderno
Muito se fala sob o desvalor que a mulher sofre em ondas de abusos por sua vulgarização e a banalização do sexo, porém a mídia nunca expõe a veneração cultual do ato do coito através do enaltecimento do falo masculino. Notadamente pagão o culto ao sexo é antigo conhecido da humanidade históricamente tendo expoentes de seus promotores em entidades como Dionísio e Baco onde orgias e bacanais eram realizados utilizando mulheres que tinha vida exclusivamente dedicada a esse culto ainda que muitos homens era igualmente posicionados a uma vida de homossexualismo servido de modo similar, a exemplo da antiga Roma. Mesmo símbolos consagrados entre sociedades secretas como o obelisco demostram e atestam a obsessão sexual ao expressa-lo como um falo ereto de Baal e as representações de setas que sobem e encontram-se com as que descem uma representação do ato sexual a exemplo do conhecido símbolo da maçonaria, o esquadro e o compasso. Todavia não há expoente maior da promoção desse machismo fálico do que em Baphomet.
Na verdade muitos são os relatos de vítimas da prostituição cultual ainda que normalmente desacreditados, e que pela beleza e facilidade destas são um convite a qualquer homem que incapaz de conquistar iguais mulheres por capacidade própria assim conseguiriam os arrebanhando de modo que o símbolo feminino se transmuta a sua objetização a circundar perpetuamente o gozo alheio em louvor à entidades cuja malignidade não tem par ao promover a exploração e escravidão sexual, algo intrínseco não somente a toda imoralidade, mas antiética e crime.
Mesmo eu já tive o desprazer de presenciar esse culto de abuso da mulher em sua dignidade reduzida a receptáculo de esperma num tipo de humilhação e tortura hedonista onde o sentimento e outras característica são vistas como fraquezas que favoreçam a sagrada vulgarização imoral, notadamente as mulheres que demonstram isso comigo. A degradada entidade adversária da liberdade sexual e das mulheres espalha assim não somente um tipo de terror fálico como moeda de troca, punição e pagamento assim como meio de inibição de determinados ativismos e protestos contra o mesmo. Pois isso compreende literalmente que a potência sexual masculina é um poder e como todo poder deve estabelecer um mando, através do coito, na prática mais voltado ao autoritarismo machista do que algo arraigado e pontuado em preceitos democráticos. Ou seja, os desafetos dos adoradores dessa representação assumida do diabo são suprimidos e reprimidos sexualmente como se assim tivesse seu poder reduzido a passividade que para eles se confunde com a passividade sexual.
De certo essa é a principal demonstração do diabo por de trás da Nova Ordem Mundial e movimentos como Nova Era espalhando a desigualdade e opressão com vínculos obsessivamente sexuais a favorecer as mais sórdidas depravações e taras imorais que ainda sendo comprovadamente diabólica infiltra-se até mesmo nas igrejas cristãs das mais variadas matizes demonstrando o gradual esvaziamento moral e de valores da instituição até que ela seja por fim trocada pelo sincretismo monopolizador.
Na verdade muitos são os relatos de vítimas da prostituição cultual ainda que normalmente desacreditados, e que pela beleza e facilidade destas são um convite a qualquer homem que incapaz de conquistar iguais mulheres por capacidade própria assim conseguiriam os arrebanhando de modo que o símbolo feminino se transmuta a sua objetização a circundar perpetuamente o gozo alheio em louvor à entidades cuja malignidade não tem par ao promover a exploração e escravidão sexual, algo intrínseco não somente a toda imoralidade, mas antiética e crime.
Mesmo eu já tive o desprazer de presenciar esse culto de abuso da mulher em sua dignidade reduzida a receptáculo de esperma num tipo de humilhação e tortura hedonista onde o sentimento e outras característica são vistas como fraquezas que favoreçam a sagrada vulgarização imoral, notadamente as mulheres que demonstram isso comigo. A degradada entidade adversária da liberdade sexual e das mulheres espalha assim não somente um tipo de terror fálico como moeda de troca, punição e pagamento assim como meio de inibição de determinados ativismos e protestos contra o mesmo. Pois isso compreende literalmente que a potência sexual masculina é um poder e como todo poder deve estabelecer um mando, através do coito, na prática mais voltado ao autoritarismo machista do que algo arraigado e pontuado em preceitos democráticos. Ou seja, os desafetos dos adoradores dessa representação assumida do diabo são suprimidos e reprimidos sexualmente como se assim tivesse seu poder reduzido a passividade que para eles se confunde com a passividade sexual.
De certo essa é a principal demonstração do diabo por de trás da Nova Ordem Mundial e movimentos como Nova Era espalhando a desigualdade e opressão com vínculos obsessivamente sexuais a favorecer as mais sórdidas depravações e taras imorais que ainda sendo comprovadamente diabólica infiltra-se até mesmo nas igrejas cristãs das mais variadas matizes demonstrando o gradual esvaziamento moral e de valores da instituição até que ela seja por fim trocada pelo sincretismo monopolizador.
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quarta-feira, 26 de abril de 2017
Não Se Culpe Por Ser Vítima
A sociedade que cria monstros e inimigos para combater tenta culpar você pelo seu fracasso, mas você apenas é responsável pelo que faz não pelo que foi vítima. Não é culpa por não vencer quando apenas lhe induzem a derrota para ser um "perdedor", mas lembre-se você só é derrotado de vez quando desiste!
Mesmo a autoajuda é uma ferramenta para lhe atribuir a responsabilidade de melhorar a sós, mas seres sociais são frutos do meio e do coletivo você precisa de ajuda para se curar. Porém, apenas lembram da individualidade nos deveres.
Suas escolhas fazem sim o que você é, mas não se culpe quando essas escolhas e oportunidades foram limitadas e parciais pois querem controlar o que você é e faz para ainda lhe culpar! Assim são estes os culpados pelo que você se tornou, mas resistir consiste em dizer não para não ser o que eles fazem contigo! Querem que você seja uma coisa, um animal, um marginal, daí você desconfia da bondade pois a única coisa real na sua vida é maldade.
Fomos criados para sermos consumidores e consumidos, um produto, um número na estatística, para apenas ter deveres nunca direitos. A exclusão me fez, a rejeição me forjou, a opressão me converteu!
A máquina de moer, te "purifica" de toda dignidade, valores e respeito para você ser inferior, ser pequeno, pois apenas você sendo nada eles serão tudo, é na sua pequenez que eles crescem para ainda por cima ser culpado por tudo que lhe fazem. Por isso a revolta me move e enquanto respirar lutarei por mais que apanhe. Sou a voz no deserto e nele nunca terei reconhecimento, pagamento ou amor pois é isso que é, deserto.
A opressão espreita e como todo problema precisa criar danos, especialmente morais. É arrogância e tirania opressora se achar no direito de decidir a vida alheia, mas ainda assim achar que pode culpa-lo, mas é assim a maldade do mundo.
Minha revolta é a ideia, meu arma é meu intelecto, das poucas escolhas e oportunidades que tive abri meu próprio caminho, agora a minha batalha me define, não os socos que tomo.
Mesmo a autoajuda é uma ferramenta para lhe atribuir a responsabilidade de melhorar a sós, mas seres sociais são frutos do meio e do coletivo você precisa de ajuda para se curar. Porém, apenas lembram da individualidade nos deveres.
Suas escolhas fazem sim o que você é, mas não se culpe quando essas escolhas e oportunidades foram limitadas e parciais pois querem controlar o que você é e faz para ainda lhe culpar! Assim são estes os culpados pelo que você se tornou, mas resistir consiste em dizer não para não ser o que eles fazem contigo! Querem que você seja uma coisa, um animal, um marginal, daí você desconfia da bondade pois a única coisa real na sua vida é maldade.
Fomos criados para sermos consumidores e consumidos, um produto, um número na estatística, para apenas ter deveres nunca direitos. A exclusão me fez, a rejeição me forjou, a opressão me converteu!
A máquina de moer, te "purifica" de toda dignidade, valores e respeito para você ser inferior, ser pequeno, pois apenas você sendo nada eles serão tudo, é na sua pequenez que eles crescem para ainda por cima ser culpado por tudo que lhe fazem. Por isso a revolta me move e enquanto respirar lutarei por mais que apanhe. Sou a voz no deserto e nele nunca terei reconhecimento, pagamento ou amor pois é isso que é, deserto.
A opressão espreita e como todo problema precisa criar danos, especialmente morais. É arrogância e tirania opressora se achar no direito de decidir a vida alheia, mas ainda assim achar que pode culpa-lo, mas é assim a maldade do mundo.
Minha revolta é a ideia, meu arma é meu intelecto, das poucas escolhas e oportunidades que tive abri meu próprio caminho, agora a minha batalha me define, não os socos que tomo.
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domingo, 23 de abril de 2017
O que aprendi com 'Até o Último Homem' de Mel Gibson
O militarismo é uma imbecilidade. Você se alista e passa um treinamento de assédio moral para não se bastar ir a guerra e ver seus amigos morrerem e você ser morto ou ferido, ou pior, ser pego pelo inimigo e torturado - o treinamento é apenas um pagamento inicial para o método mais idiota de ir para o céu, pelo sofrimento, não arrependimento.
Quando volta da guerra como veterano é tratado como paranoico, pois está traumatizado e é descartado como um imbecil enquanto o poderoso que lhe mandou é louvado como o único vencedor de uma guerra, quando vence.
Mas o militarismo existe exatamente por isso, por causa da maior imbecilidade humana, as guerras ou a possibilidade delas, mas que apenas existem quando há exatamente um exercíto. Significa se matar não por um país mas para que o poderoso governante dele possa todos os dias comer, transar e discursar dando mandos e provavelmente sendo corrupto - e muitas vezes culpado - em segurança e no luxo. Ir a guerra significa pagar pelos erros de governantes, lutar contra quem nunca viu e normalmente nada fez contra diretamente você, soldados normalmente bons como você.
De certo temos bons soldados, homens bravos e valorosos mas quando um superior é corrupto e dá ordens más contamina toda cadeia de comando, tornando o bom soldado em mal. Ai todos se matam em nome do poder alheio.
Claro, você pode ir a guerra e fazer mais que seguir suas ordens diretas e estuprar civis da população inimiga e cometer outros crimes de guerra que, caso vença, provavelmente serão impunes.
Mas para isso funcionar não se aceita críticas ou questionamentos, você não é um braço acrítico do povo, mas do Estado, e braços não pensam apenas marcham a guerra sob mando de crimes ordenados. Pois se você denunciar abusos de poder certamente sofrerá as consequências você mesmo. E esse texto deve ser repelido como todo 'objetor de consciência'.
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quinta-feira, 20 de abril de 2017
Comentários de '13 Reasons Why'
Sem dúvidas que 13 Reasons Why é o drama adolescente mais profundo e reflexivo dos últimos tempos, e nisso meus parabéns do autor e a produção. Com a sensibilidade feminina a série deu um soco no machismo que vê as mulheres como objetos sexuais. O final é bem tocante, emocionante mesmo, mas mais que me fazer lembrar de seriados de meu tempo, como Dawson's Creek, Party Of Five e The O.C. me levou a refletir.
O vilão Bryce, assim como todo cavalheiro do falocentrismo considera-se mais gostoso e irresistível que os demais, evidenciando na verdade o prazer no assédio e na agressão sexual como conquista, expondo assim a cultura do estupro numa sociedade moralmente decadente e de valores distorcidos que tende a 'normalizar' tais práticas. Por isso não se deve envolver a esta cepa pois quando se "sim" a eles é equivalente abrir as portas para toda vulgaridade falocêntrica que invade junto de supetão (algo que parecem fazer na minha vida a quem me diz sim).
O exibicionismo pertinente a isto não revela que não fica-se com mulheres pelo amor ou pelo simples gosto, mas numa competição não tão diferente de animais alfa por ter mais fêmeas o possível e a cada conquista levada a uma exposição como troféu, uma lógica não tão diferente a de ser ator pornográfico.
Outro aspecto é o voyerismo, uma doença que tende a ser insistentemente normalizada por programas como Big Brother e consiste em basicamente espionar a vida privada alheia, a exemplo de Tyler, não que isso justificasse o bullying que sofria. Tyler dá dicas de uma continuação da série: 13 Motivos Pra Matar Todo Mundo na Escola.
Tony, por sua vez, de longe é o personagem gay mais bacana que já vi (ainda que não muito expressivo), tudo isso sem a necessidade de nenhuma cena de beijo gay ou algo ainda mais apelativo como algumas sequências de Sense 8. Pela sensibilidade e sabedoria, ele, parece comprovar o motivo dos homens gays muitas vezes serem melhores amigos das mulheres, pois têm real afinidade com igual sensibilidade feminina, sensibilidade e beleza pelo qual não tenho defesas e que tolos "machos alfa" como Bryce "vencem" com a brutalidade ainda que auto-afirmada como maturidade e charme.
Clay, o protagonista, é o tipo de cara tão raro que chega soar quase inverossímil, mas sei que homens assim existem, pois sem falsas modéstias sou um, precisamos de mais homens assim urgentemente.
Termino o texto dizendo que não tenho a necessidade de dar 13 motivos para uma segunda temporada, pois há muito mais apenas com os ganchos dado na conclusão da primeira temporada. Que venha mais!
O vilão Bryce, assim como todo cavalheiro do falocentrismo considera-se mais gostoso e irresistível que os demais, evidenciando na verdade o prazer no assédio e na agressão sexual como conquista, expondo assim a cultura do estupro numa sociedade moralmente decadente e de valores distorcidos que tende a 'normalizar' tais práticas. Por isso não se deve envolver a esta cepa pois quando se "sim" a eles é equivalente abrir as portas para toda vulgaridade falocêntrica que invade junto de supetão (algo que parecem fazer na minha vida a quem me diz sim).
O exibicionismo pertinente a isto não revela que não fica-se com mulheres pelo amor ou pelo simples gosto, mas numa competição não tão diferente de animais alfa por ter mais fêmeas o possível e a cada conquista levada a uma exposição como troféu, uma lógica não tão diferente a de ser ator pornográfico.
Outro aspecto é o voyerismo, uma doença que tende a ser insistentemente normalizada por programas como Big Brother e consiste em basicamente espionar a vida privada alheia, a exemplo de Tyler, não que isso justificasse o bullying que sofria. Tyler dá dicas de uma continuação da série: 13 Motivos Pra Matar Todo Mundo na Escola.
Tony, por sua vez, de longe é o personagem gay mais bacana que já vi (ainda que não muito expressivo), tudo isso sem a necessidade de nenhuma cena de beijo gay ou algo ainda mais apelativo como algumas sequências de Sense 8. Pela sensibilidade e sabedoria, ele, parece comprovar o motivo dos homens gays muitas vezes serem melhores amigos das mulheres, pois têm real afinidade com igual sensibilidade feminina, sensibilidade e beleza pelo qual não tenho defesas e que tolos "machos alfa" como Bryce "vencem" com a brutalidade ainda que auto-afirmada como maturidade e charme.
Clay, o protagonista, é o tipo de cara tão raro que chega soar quase inverossímil, mas sei que homens assim existem, pois sem falsas modéstias sou um, precisamos de mais homens assim urgentemente.
Termino o texto dizendo que não tenho a necessidade de dar 13 motivos para uma segunda temporada, pois há muito mais apenas com os ganchos dado na conclusão da primeira temporada. Que venha mais!
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sexta-feira, 14 de abril de 2017
9 Verdades e 1 Mentira
A seguir um breve e divertido joguinho virtual espalhado pelas redes sociais, vide Facebook,
9 verdades e 1 mentira, me digam qual é mentira!
1 - Já tive uma doença sem causa conhecida que desapareceu após orarem por mim.
2 - Vi OVNIs mais de uma vez quando era criança.
3 - Um avião Búfalo da aeronáutica quase caiu sobre a escola onde estudava (e estava) quando criança, mas ele se desviou no último instante e bateu no morro.
4 - Sou descendente direto de uma personalidade história importante.
5 - Era feiticeiro de magia negra antes de ir pra igreja.
6 - Escrevi mais de 20 livros num período de seis anos.
7 - Tenho síndrome de asperger.
8 - Uma vez vi um sinal de fogo no céu e não era meteorito ou cometa.
9 - Já tentaram me matar uma vez.
9 verdades e 1 mentira, me digam qual é mentira!
1 - Já tive uma doença sem causa conhecida que desapareceu após orarem por mim.
2 - Vi OVNIs mais de uma vez quando era criança.
3 - Um avião Búfalo da aeronáutica quase caiu sobre a escola onde estudava (e estava) quando criança, mas ele se desviou no último instante e bateu no morro.
4 - Sou descendente direto de uma personalidade história importante.
5 - Era feiticeiro de magia negra antes de ir pra igreja.
6 - Escrevi mais de 20 livros num período de seis anos.
7 - Tenho síndrome de asperger.
8 - Uma vez vi um sinal de fogo no céu e não era meteorito ou cometa.
9 - Já tentaram me matar uma vez.
sábado, 25 de março de 2017
Maligno Dicionário da Opressão
Ainda que com o século XXI conceitualmente a ética tenha se ampliado numa luta por direitos individuais iguais ante a diversidade prezando pela transparência e isenção notadamente a opressão insiste como fator retrógrado aos preceitos agregando elementos que apenas séculos atrás eram considerados aceitáveis. Na contramão do progresso moral esse foco demonstra uma opressão que opera a maioria das vezes de modo velado para impor alguns dos termos abaixo referidos. Caso algum grupo ou comunidade tenha dois ou mais desses termos fique atento! Naturalmente que esse mal que todo verdadeiro ativista deve combater, sem exceção!
Escravidão por Dívida: Todos sabem que a escravidão é crime, porém, para fingir-se adequar essa prática servil a tempos atuais alguns criaram um método de para manter "trabalhadores" na servidão lhe imputando inúmeras dívidas, reais ou não.
Inclusão perversa: A inclusão perversa é um meio cruel de inserir alguém na sociedade em termos de desigualdade. Seria como uma classificação nazista que reputa cidadãos de primeira e segunda classe.
Migração perversa: No meio educacional se trata na prática de se livrar de um discente o qual considera-se problema na sala onde frequenta. Aproveitando uma brecha na lei estes confundem o termo direito com dever numa subversão bem comum aos preceitos legais.
Invasão Cultural: Comum ao colonialismo em países de terceiro mundo onde a cultura passa a ser subjugada pela cultura do país opressor.
Exploração sexual: Não somente o aliciamento a prostituição como a exemplo das fichas rosas da área de modelo como até mesmo relacionado ao tráfico de pessoas o qual enganada esta é levada a outro pais para que sem dinheiro seja obrigada a se prostituir para sobreviver.
Abuso Sexual: Velha conhecida da humanidade era comum na época da escravidão como é ainda hoje aos oprimidos de todas matizes, vulneráveis e minorias. Frequentemente o abuso sexual é a arma predileta das opressões onde até mesmo na África é usada como modo de humilhar homens, não somente comum aos tarados.
Tráfico de pessoas: A prática como dita anteriormente é normalmente relacionada a exploração sexual mas também a mão de obra escrava, e naturalmente um crime internacional.
Trabalho Infantil: Similarmente a escravidão esse segue a uma exploração - por baixos salários - da mão de obra infantil onde a criança é submetida a extenuantes horas de trabalho para produzir produtos muito mais caros que o gasto tido.
Segregação: Um meio pragmático de impor uma atitude pertinente normalmente a discrminação o qual uma pessoa ou grupo (étnico ou racial) é privado de direitos mediante premissas diversas como até mesmo fatores políticos, a deixando separada dos demais cidadãos e seus direitos. Um exemplo bem recente historicamente é a do apartheid da África do Sul, de modo que são sinônimos.
Racismo: Velha conhecida da humanidade e certamente pai da escravidão, as atrocidades dessa pseudologia são velhas conhecidas pela discriminação mais ainda hoje muito vivas, ainda que normalmente velada. Trata-se de separar como inferior alguém por sua cor ou raça.
Exclusão Social: Muito similar a segregação (que é um tipo de exclusão social) a exclusão social é comum até mesmo nos tempos escolares por grupos de pessoas normalmente por serem diferentes. Significa a privar do convívio a afastando de ter acesso a que todos tem em detrimento de qualquer diferença.
Bullying: Ao lado da exclusão social o qual normalmente a acompanha é a prática da agressão verbal e por vezes física contra alguém diferente ou não pertencente a um grupo, algo muito comum ainda na escola.
Censura: A pratica comum na ditadura para impedir os abusos de serem conhecidos ou qualquer opinião contrária, é, sobretudo, conhecida por não dar voz aos oprimidos e sua condição para que estes não reivindiquem seus direitos e assim permaneçam nessa condição. Algo diametralmente oposto a liberdade de expressão.
Colonialismo: Base de um modelo antiquado do tempo do imperialismo português onde um país passa a ser subordinado a um econômico-social superior a exemplo do imperialismo norte-americano e sua relação com países de segundo mundo, especialmente os vizinhos da América Latina.
Falocentrismo: Prática machista de exaltação a predominância do falo masculino sobre o que lhe é contrário. Defende a superioridade tanto do homem como do ato sexual masculino, sendo comum no sexismo.
Sexismo: Nome dado a divisão entre gêneros sexuais muitas vezes declinado ao supervalorizado ato do coito em si como uma cultura do sexo.
Abuso de Poder: Do comum abuso por autoridades legitimadas e concursadas por lei (ou não) aos autoritarismo em si, demonstra-se o abuso comum a governos tiranos e ditatoriais como uma das principais mazelas da opressão e não por menos frequentemente perpetradora dos demais males o qual a terminologia se encontram nesse breve dicionário. Se trata de contradizer a lei impondo algo a força contra o direito alheio e o dever próprio, algo que não é direito do opressor.
Estado de Exceção: Comum a governos com tendências totalitárias é quando um governante recebe o poder de agir contra a constituição vigente, ou seja, acima da lei como caso excepcional.
Escravidão por Dívida: Todos sabem que a escravidão é crime, porém, para fingir-se adequar essa prática servil a tempos atuais alguns criaram um método de para manter "trabalhadores" na servidão lhe imputando inúmeras dívidas, reais ou não.
Inclusão perversa: A inclusão perversa é um meio cruel de inserir alguém na sociedade em termos de desigualdade. Seria como uma classificação nazista que reputa cidadãos de primeira e segunda classe.
Migração perversa: No meio educacional se trata na prática de se livrar de um discente o qual considera-se problema na sala onde frequenta. Aproveitando uma brecha na lei estes confundem o termo direito com dever numa subversão bem comum aos preceitos legais.
Invasão Cultural: Comum ao colonialismo em países de terceiro mundo onde a cultura passa a ser subjugada pela cultura do país opressor.
Exploração sexual: Não somente o aliciamento a prostituição como a exemplo das fichas rosas da área de modelo como até mesmo relacionado ao tráfico de pessoas o qual enganada esta é levada a outro pais para que sem dinheiro seja obrigada a se prostituir para sobreviver.
Abuso Sexual: Velha conhecida da humanidade era comum na época da escravidão como é ainda hoje aos oprimidos de todas matizes, vulneráveis e minorias. Frequentemente o abuso sexual é a arma predileta das opressões onde até mesmo na África é usada como modo de humilhar homens, não somente comum aos tarados.
Tráfico de pessoas: A prática como dita anteriormente é normalmente relacionada a exploração sexual mas também a mão de obra escrava, e naturalmente um crime internacional.
Trabalho Infantil: Similarmente a escravidão esse segue a uma exploração - por baixos salários - da mão de obra infantil onde a criança é submetida a extenuantes horas de trabalho para produzir produtos muito mais caros que o gasto tido.
Segregação: Um meio pragmático de impor uma atitude pertinente normalmente a discrminação o qual uma pessoa ou grupo (étnico ou racial) é privado de direitos mediante premissas diversas como até mesmo fatores políticos, a deixando separada dos demais cidadãos e seus direitos. Um exemplo bem recente historicamente é a do apartheid da África do Sul, de modo que são sinônimos.
Racismo: Velha conhecida da humanidade e certamente pai da escravidão, as atrocidades dessa pseudologia são velhas conhecidas pela discriminação mais ainda hoje muito vivas, ainda que normalmente velada. Trata-se de separar como inferior alguém por sua cor ou raça.
Exclusão Social: Muito similar a segregação (que é um tipo de exclusão social) a exclusão social é comum até mesmo nos tempos escolares por grupos de pessoas normalmente por serem diferentes. Significa a privar do convívio a afastando de ter acesso a que todos tem em detrimento de qualquer diferença.
Bullying: Ao lado da exclusão social o qual normalmente a acompanha é a prática da agressão verbal e por vezes física contra alguém diferente ou não pertencente a um grupo, algo muito comum ainda na escola.
Censura: A pratica comum na ditadura para impedir os abusos de serem conhecidos ou qualquer opinião contrária, é, sobretudo, conhecida por não dar voz aos oprimidos e sua condição para que estes não reivindiquem seus direitos e assim permaneçam nessa condição. Algo diametralmente oposto a liberdade de expressão.
Colonialismo: Base de um modelo antiquado do tempo do imperialismo português onde um país passa a ser subordinado a um econômico-social superior a exemplo do imperialismo norte-americano e sua relação com países de segundo mundo, especialmente os vizinhos da América Latina.
Falocentrismo: Prática machista de exaltação a predominância do falo masculino sobre o que lhe é contrário. Defende a superioridade tanto do homem como do ato sexual masculino, sendo comum no sexismo.
Sexismo: Nome dado a divisão entre gêneros sexuais muitas vezes declinado ao supervalorizado ato do coito em si como uma cultura do sexo.
Abuso de Poder: Do comum abuso por autoridades legitimadas e concursadas por lei (ou não) aos autoritarismo em si, demonstra-se o abuso comum a governos tiranos e ditatoriais como uma das principais mazelas da opressão e não por menos frequentemente perpetradora dos demais males o qual a terminologia se encontram nesse breve dicionário. Se trata de contradizer a lei impondo algo a força contra o direito alheio e o dever próprio, algo que não é direito do opressor.
Estado de Exceção: Comum a governos com tendências totalitárias é quando um governante recebe o poder de agir contra a constituição vigente, ou seja, acima da lei como caso excepcional.
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