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domingo, 28 de março de 2021

Problemas Pandêmicos

Brasil fazendo vergonha para o mundo, mais uma vez. A mistura de uma política negligente, atuações de ações públicas ineficientes e uma cultura imprudente resulta nisso, recorde após recorde de mortes na pandemia. O tipo de recorde que não queremos, mas quando vemos na mídia de aglomerações intencionais e mesmo idiotas infectados contaminando com saliva objetos que todos tocam, observamos um quê de perversidade e crueldade. Sou realista e duvido que essa coisa nojenta melhore, independente do que (me) ocorra ou por qual pretexto de chantagem  do medo em prol de uma politicagem corrupta.

Como cidadão meu dever cumpro, e sem máscara apenas na internet contra o anonimato de fake news e da hipocrisia. A salvo momentos em que estou distante de todos na rua, sempre uso máscara apesar da dificuldade de respirar por causa da bronquite. Mas essa é uma ação coletiva, de conscientização e de denúncia aos que presenciam tais festas e aglomerações. Mas pensamento mágico irá resolver? Sacrifícios humanos ou uma festa pra deus impedir o coronavirus? Ser prático não inclui crimes, magia e corrupções, pois estamos sendo guiados como gado num labirinto antes do abate!  Mesmo a fé sem obras é morta, vamos agir!

O negacionismo é outro fato problemático que avoluma as fake news, vacinas sempre foram um fato de relevância histórica na erradicação de doenças e ainda que houvesse casos passados que acarretaram em tragédias esse não é um normativo na ciência séria.

Outro problema é sobre a polêmica eterna do uso do ivermectina alegações insistentes são reproduzidas sobre sua ineficácia e por vezes parecem se propogar em ondas de validação acrítica similares ao condicionamento do senso comum. Todavia a maneira como é proposto isso até mesmo a proibição soa um exagero pertubador e incroguente. Como havendo drogas potencialmente muito mais perigosas não são proibidas esta seria para um paciente que pouco tem a perder com efeitos colaterais muito menos graves que de drogas vendidas legalmente como o tabaco sendo esta sim potencialmente perigosa e fatal? Suponhamos que mesmo que alguns médicos que parecem ter experiência, bom senso e inteligência estejam errados sobre algumas pesquisas e artigos publicados a respeito da validade positiva do ivermectina, a questão não seria a robustez de provas de sua eficácia, mas sim de sua ineficácia. Quantos morreram com o uso de ivermectina? Apredemos no meio acadêmico e científico que o mero apelo a autoridade é uma falácia e que muito menos a ausência da prova de algo prova sua inexistência. Similarmente quantos dão um tabaco para um paciente terminal de câncer fumar sabendo que nada irá curar, mas não o mesmo sobre a escolha de um paciente ao ivermectina? Sabemos de medicamentos usados no tratamento sem igual eficácia supostamente comprovada, mas que ainda assim são utilizados. O nome disso não é ciência, mas lobby farmacêutico. Tem algo errado nisso!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Documentário: Expelled No Intelligence Allowed

O documentário apresentado por Ben Stein prova não somente que ele se limita a dizer 'Buller' no famoso filme 'Curtindo a vida adoidado', mas nobre homem de convicções para defender o 'Design Inteligente' confrontando algumas das principais personalidades do evolucionismo como Richard Dawkins numa entrevista que o faz admitir a possibilidade de um design inteligente. Sobretudo mostra como o darwinismo se tornou motor para os nazistas e seu conceito ariano colocando raças negras e de judeus como inferiores e mesmo diminuindo parte de sua população considerada indigna de viver e até mesmo casar-se por deficiências. Ainda que o conhecimento, quer da bíblia ou científico possa ser utilizado para o mau a amoralidade não é uma característica da ciência, mas do mal. Aos tolos e sua luta mesquinha pela ganância onde atribuí-se mais condenação por letras e discriminação, não atos. Sobretudo é válido como documento a moralidade que imparcial deve se abster de crença para julgar, pois o objetivo da ciência assim como da verdadeira religião é procurar e revelar a verdade não satisfazer o desejo de alguns. Abaixo o documentário completo, ainda que o melhor comece da sexta parte em diante:


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Bandido de meia cabeça é preso (USA)

Carlos Rodriguez, um norte-americano de 25 anos do qual ninguém sabe como conseguiu e sobreviveu a ter cabeça achatada foi preso na Filadélfia esta semana (novembro/2010) por invasão domicialiar, posse de drogas e solicitação de prostituíção impressionando a polícia e população pela rara condição em que ninguém soube explicar. Nas fotos feitas, a impressão que se tem é que o sujeito tem apenas meia cabeça, o que comprova estranhamente a capacidade do funcionamento cerebral sob condições e formas que neurocientistas certamente desconhecem.
Particularmente creio que tal caso tenha ocorrido quando este era bebê quando dizem que o crânio fica mais fragilizado, mole, por não ser completamente formado, incluíndo o cerébro, logo mais sensível a tombos podendo se torcer criando seres tipo Sloth dos 'Goonies'. Um exemplo disto ocorre em primitivas civilizações da América Latina onde a exemplo do povo de Cahuachi no Peru, uma prática comum consistia em apertar o crânio com fortes tiras de pano desde bebê para alonga-lo gradualmente criando cabeças similares a dos 'cônicos e cômicos'. Se fosse um nordestino diria que assim ficou por tanto carregar latas d´água na cabeça.


Seria Carlos Rodriguez um parente distante de Sloth?


Fonte: Jornal 'O Dia'

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

E a menina que chorava cristais?

Que este mundo está repleto de descobertas incríveis e ocorrências espetaculares poucos dúvidam, bastando-se apenas olhar com mais atenção. Porém, não menos comum surge junto uma sorte de tranbiqueiros que parecem fabricar tais casos.
Não é comum ainda hoje sermos induzidos a acreditar em qualquer bobagem jogada para nós sob o falso embrulho do sensacional, mentiras categóricas de falsos milagres, que de tão escassos por si só por isso leva um povo a ser carente por tais. O problema está na desilusão de descobrir que não se trata de nós mesmos mas sim de uma mentira pura e simples no qual a suspota fé se apoiava não-evidencialmente.
Vemos de gente que conversa com plantas - não falo do assassino do Glauco - entordadores de talheres, círculos em plantações e atualmente um simpático e quase impossível de se ver alienígena chamado Bilu do qual tudo que se limita a dizer é para "buscar o conhecimento".
Mas quem não se lembra de Hasnah Mohamed Meselmani, a menina que ficou conhecida no final da década de 90 por chorar supostamente cristais, chegou mesmo aparecer no Fantástico como um milagre. O problema que algumas semanas depois o caso foi desmascarado pelo simples fato de que seu pai colocava os cristais dentro de seus olhos o que estava lhe provocando lesões no globo ocular.
Não se trata de constranger a fé alheia e querer desqualificar milagres - pois eu mesmo já presenciei e digamos- creio fazer algumas coisas meio sem como explicar -, mas sim os charlatõe que independe o nome sempre se aproveitam da fé alheia para se promover e ganhar dinheiro desonestamente. No caso de Hasnah Mohamed a fraude custou caro, sem falar na fé de muitos mulçumanos seguidores de Alá.
É vital se criar metódo não somente para separar a ciência da pseudociência, mas a ciência da religião no estrito sentido como modo de expor as fraudes tanto de um quando noutro - religião falsificada pela ciência, e ciência falsificada pela religião ('Oposcinio', vide 'ciência do bem e do mal'). A ausência destes indicativos criam ainda hoje muita confusão e polêmica tanto entre um lado quanto outro.
Não posso dizer que o poder da oração, reza, o horosocopo e a quiromancia
sejam pseudociências, pois não se prontificam como ciência tão pouco.
Pseudociência é tudo que se diz ciência mas ignora o procedimento empírico do mesmo.


"E a cornupeta da parapuleta é ativada por raios pseudo-mega-mistico-energéticos que em vibrações vibratórias sobe para cima e interagindo sub-harmicamente com as cadeias metafísicas das junções separadas do DNA dinâmico-esférico..."
Conforme certa comunidade no orkut

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Hoax: O esqueleto de homem gigante

Poderia perfeitamente ser uma campanha promocional para o final da série 'Avatar' - se minha liberdade de expressão ainda permitir falar este nome -, nisto fica legal. Porém, a proposta iniciada por um anônimo na internet seguiu tomando grandes proporções com verídico, a ossada do homem gigante!
Logo de cara, se procurar na internet vemos índicios estranhos e contrários a nos perguntar: tais foram achados na Índia ou Arábia, no Oriente médio?
Tal chegou mesmo a ser publicado num quadro do No Programa dominical, Fantástico, estes mostraram comprovadamente como sendo uma mentira. O site CetismoAberto foi enfático na origem deste antes mesmo de sua disseminação como proveniente de um concurso de montagens digitais que foram exibidas ao lado de fotos de ossadas de mastodonte. Na realidade não fica difícil ver algo igualmente "impressionante" no site Worth1000 dedicado a artistas digitais, o original da ossada do qual inspirou a principal foto foi exibida no mesmo site do CeticismoAberto.
Porém, na internet circulam uma série de outras fotos de diversos ângulos tiradas de cima, o que nestes casos complicaria a realização de uma sequências de fotomontagens precisas. Mas creio que possa ser respondido novamente pela palavra arte, como vemos nas grandes esculturas a seguir. Não se trata de desqualificação vã, mas contra promotores da operação do erro ao engano.

Ou pode ser como tal exibição de arte




Disponibilizei meus livros em PDF nas seguintes comunidades. E mesmo promoções onde prometo dar dois exemplares do meu livro na comunidade do livro ‘Adormecidos’ clicando aqui.
Para se baixar ‘Crônicas Atemporais’ e ‘Crônicas do Tempo’ em PDF gratuíto, apenas entre na comunidade da TEMPUS clicando aqui.

Download dos livros 'Opuscinio', 'Ecce Libro', 'Ciência do bem e do mal' entre outros de Codex Adagiumm clique aqui para acessar a comunidade Filoversismo & Paradoxos.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

John Cornwell e a moral científica

Acabei de ler 'Os Cientísitas de Hitler' de John Cornwell. Mais que um achado histórico sobre o trajeto da ciência alemã no periodo, e consequentemente do mundo, indo a descoberta da fissão por um cientísita alemão a construção da 'máquina de matar', trás uma série de situações onde sobretudo a ética da ciência em seus diversos ramos é discutido de modo imparcial mediante seus feitos resultantes, indo-se da ciência a pseudociência.
Uma discussão muito interessante e altamente importante se demonstrou no livro em seu último capítulo pertinente as questões morais e éticas da ciência, a aplicação do conhecimento, trechos aplicáveis como referência ao livro 'Ciência do bem e do mal'. Cornwell afirma (pág.393) que "a questão do patenteamento vai ao núcleo das tensões entre os que vêem a ciência como livre, objetiva, universalista, e os que afirmam que a ciência só pode florescer quando as descobertas são patenteadas ou têm seus direitos autorais registrados e os lucros com sucesso retorno."
Sob tal aspecto evidente que se torna vital para que os pesquisadores subexistam em condições apropriadas para prosseguir nas descobertas, como pode um pesquisador não somente não lucrar mais ainda ter de ceder todo trabalho e pagar por este?
Porém, a ética e moral científica vai além da questão da má aplicação da tecnologia, exploração, maus tratos e direitos autorais, mas abangendo as limitações legisladas ainda hoje temas recorrentes como aborto e eutanásia estão em voga, passando-se para um assunto ainda mais complexo, o da clonagem e os desdobramentos gerados pelo projeto Genoma. Tentativas de clonagens como a da ovelha Dolly comprovaram que o metodo ainda aquém do seguro somente ocorreu após 277 tentativas, mesmo mediante uma série de problemas que incorreu ao animal.

"Não se pode dizer que os pesquisadores que falsificam dados, manipulam estatísticas, apropiam-se das descobertas ou idéias de outros sejam "bons cientístias", no sentido moral ou profissional: certamente é imporvável que seus resultados façam qualquer bem. (...) A tendência tem sido os cientístas ignorarem esses escrúpulos, como fizeram os cientístas de Hitler, retirando-se para um casulo de 'pureza irresponsável'. Na era pós-setembro, os escrúpulos aumentaram e é ainda maior a tentação de retirar-se política e eticamente. Fazer boa ciência hoje envolve a vigilância moral das consequências, a consciência do impacto da descoberta científica sobre a sociedade, o meio ambiente, a natureza. O bom cientísta evidentemente não põe o conhecimento ou técnicas perigosas nas mãos dos indignos de confiança. O bom cientístas tenta tornar públicas por quaisquer meios possíveis as consequências sociais e ambientais do conhecimento potencialmente perigoso."[Idem - pág.399]

O problema consiste quando as pessoas não estão interessadas em produzir a verdadeira ciência mas apenas a buscar neste uma forma de poder, esquecendo completamente das responsabilidades se não do ônus do poder. Cabe ao que descobre a responsabilidade ética e moral da aplicação e publicação de tal descoberta não somente pendente dos direitos sobre tal, mas como dever de não se abster do uso que se pode fazer de tal conhecimento. Mas num mundo onde não existem limites da privacidade, morais e éticos as fornteiras invadidas colocam-se por vezes o não publicado sob a responsabilidade do espiado, abstendo-se dos direitos mas deveres do qual não posuí qualquer controle, o resultado de tal só pode ser malefício. A verdadeira responsabilidade é tronar-se guardião das aplicações e implicações que pode ter tal conhecimento, especialmente quando apropriado de modo ílicito e imoral. O impacto que tal tem sobre a política, religião e cultura torna deste modo não somente ao cientistas mas qualquer um que produza conhecimento que pode impactar tais ramos responsabilidade sob os direitos e publicação, pois quando tais são utilizados para provocar misérias e mortes, a salvo o roubo e utilização indevida o autor terá plena responsabilidade sob tais dados.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Polidactilia

A curiosa doença que normalmente faz surgir um sexto dedo na mão ganhou recentemente os noticiários com o menino chinês que nasceu com cerca de 8 dedos em cada mão e pé, onde alguns membros tinham até mais, totalizando 16 dedos nos pés (pododáctilos) e 15 nas mãos (quirodáctilos). O menino foi operado em Shenyang para a retirada dos dedos excedentes onde muitos até nasceram grudados (fotos abaixo).
Mesmo que este caso não seja tão comum - sendo o primeiro registro com tal número - até mesmo algumas personalidades apresentam tal problema como a modelo e apresentadora Daniela Cicarelli, tendo seu sexto dedo nos pés.
Segundo pesquisas cerca de um em cada 100 negros nascem com o dedo "extra" demonstrando a maior incidência entre estes (cerca de 10 vezes mais), porém, atinge também animais e é causado por uma alelo autossômico dominante provocando uma alteração na quantidade dos dedos em sua formação, podendo se manifestar de modo completo ou uma mera profusão carnosa. Tal anomalia é genética podendo ser passada assim de pai pra filho como herança genética.






Fontes: Wikipedia / agências de notícia (Reuters / G1)