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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Apócrifos: A Outra Bíblia

A compilação de livros apócrifos e pseudo epigráfos fomenta um compêndio único de conhecimento e informações do período o qual pertencem assim como complemento ao cânon bíblico atual ao dar respostas de trechos o qual permanecem incógnitas ou obscuros nas escrituras oficiais. A exemplo do 'Primeiro Livro de Adão e Eva' mostra como o diabo enganador induz inúmeras vezes Adão e os seus ao erro assim como as incontáveis ressurreições do mesmo de modo que no geral tais livros não contradiz a moral judaico cristã em comum tirando afirmações de que os 'Filhos de Deus' relatados no Gêneses eram os herdeiros de Seth no livro da 'Caverna dos Tesouros' e de anjos no livro de Enoque, por exemplo. Mas como era costume dos judeus a criação de histórias complementares a bíblia eram comuns ainda que inverificáveis em sua veracidade tornando tais livros no mínimo curiosos contos ilustrativos, no mínimo.
Porém, outros relatos parecem sugerir verdades sobre um mesmo fato ainda que aparentemente mítico na ausência de provas arqueológicas e materiais como acontece com o dilúvio, evento o qual é narrado de diferentes formas em culturas diferentes assim como a longevidade dos primeiros humanos algo que parece ser igualmente repetido a exemplo dos primeiros faraós. Sobretudo algumas profecias parecem estranhamente predizer muito de ocorrências atuais ainda que determinados males sejam atemporais.
Porém, a coleção carece de informações que situem cada livro, dados como quando teria sido feitos, quais autores, quando foram encontrados e quaisquer curiosidades que enriqueçam o mesmo.
Abaixo um trecho de uma profecia do livro Ascensão de Isaías.

"E ocorrerão naqueles dias muitos sinais e maravilhas. E após isto, na véspera de seu advento, os discípulos abandonarão a doutrina dos doze apóstolos, sua fé, seu amor e sua pureza. E haverá muitas discussões na véspera de seu último advento. E muitos, naqueles dias, lutarão pelos cargos sem ter a sabedoria que os torne digno destes. E haverá muitos anciãos iníquos e os pastores oprimirão suas próprias ovelhas; os santos pastores negligenciarão seus deveres mais sagrados. E muitos mudarão a honra de suas nobres vestes de santos pelas vestes daqueles que possuem riquezas. Haverá calúnias e vanglórias antes da aproximação do Senhor, e de muitos será retirado o Espírito Santo. E naqueles dias não haverá muitos profetas, a não ser aqui e ali em diferentes lugares, alguns que anunciarão as grandes verdades. Por causa do espírito do erro, fornicação, vanglória, e de avareza que haverá naqueles dias, alguns a quem se chamar servo do Único receberá este Único. E surgirá grande ódio entre pastores e anciãos. E a cobiça será o sentimento dominante, pois cada um dirá apenas o que lhe for agradável a seus ouvidos."
Livro Ascensão de Isaias - 3.20-30

quarta-feira, 8 de março de 2017

Comentários de 'Cemitério de Praga' de Umberto Eco

O livro 'O Cemitério de Praga' do póstumo Umberto Eco traz uma discussão muito intrigante sobre conspirações que toca no aspecto discriminatório a exemplo do antissemitismo, num embate secreto entre o catolicismo e a algumas sociedades secretas por vias consideradas pouco moralmente aceitas. 

Dos famigerados 'Protocolos de Sião' que são uma fraude escrachada - além de plágio de baixa qualidade, de um conto que criticava governos distópicos - servem de munição a uma generalização que como todas a exemplo de raças nada mais são que falácias, neste caso racistas, ainda que seja evidente no mundo de hoje uma trama insidiosa por parte das elites bancárias e, muito provavelmente, do sionismo.

O livro de Eco que ficou conhecido pelo rigor histórico parece descrever dentre outras coisas uma reunião secreta de uma seita judaica que conspira pela dominação do mundo num cemitério em Praga (onde dar-se o título do livro), o evento que creio ter sido real leva a uma série de diálogos. Segue abaixo algumas citações do livro:

"...a impiedade dos judeus em arruinar famílias, desonrar e jogar viúvas e anciãos na miséria depois de lhes sugar o sangue mediante usura."
p.222

"A falta de piedade pelas classes inferiores e a exploração do pobre por parte do rico, segundo o Kahal, não são crimes, mas virtudes, quando praticadas por um filho de Israel. Alguns dizem que especialmente a Rússia os judeus são pobres: é verdade, muitíssimos judeus são vítimas de um governo oculto dirigido pelos judeus ricos. Não luto contra os judeus, eu que nasci judeu, mas contra a ideia judaica que deseja substituir o cristianismo."
p.215 


Umberto Eco sabia das coisas e compreendia a cerne do problema a exemplo do eterno retorno de Cristo como sacramentação satânica, troca-se a hóstia, coloca-se alguém com as condenáveis vãs repetições bíblicas. Olhem esse trecho de 'Cemitério de Praga':

"- Magnificado seja Lúcifer, cujo nome é Desventura. Ó mestre do pecado, dos amores inaturais, dos benéficos incestos, da divina sodomia, Satanás, é a ti que adoramos! E tu, ó Jesus, eu te forço a te encarnares nesta hóstia, de tal maneira que possamos renovar teus sofrimentos e mais uma vez atormentar-te com os cravos que te crucificaram e perfurar-te com a lança de Longino!"
P.424

O livro parece chegar a uma interpretação comum de uma filosofia inferior de segregação, aflição e abismos similarmente a demonstrada pelo livro '1984' de George Orwell em trechos que falam de se criar um "inimigo" apenas para massacra-lo constantemente e assim justificar a posição dos maus que, no entanto, advogam a posição de heróis. Carlos Ruiz Zafon sintetizou similarmente essa premissa em seus livros o qual uma tentativa de transferir moralmente suas incapacidades (principalmente morais e éticas) a seu alvo de desafeto e animosidade discriminatória.

Como há miseráveis ricos e ricos miseráveis! Por vezes a centelha básica é um sentimento que nutrido pela diferença esfacela suas vítimas na superiorizarão de si próprio, a diferença central de um ódio hierárquico raiz de toda discriminação: a inferiorizarão alheia. Com a palavra Umberto Eco através de seus personagens em 'O Cemitério de Praga'.

"...o senso de identidade se baseia no ódio, no ódio por quem não é idêntico. É preciso cultivar o ódio com paixão civil. O inimigo é o amigo dos povos. É sempre necessário ter alguém para odiar, para sentir-se justificado na própria miséria. O ódio é a verdadeira paixão primordial. O amor, sim, é uma situação anômala."
p.70

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Comentários de 'O Império Perdido de Atlântida'

No sensacional 'O Império Perdido de Atlântida' de Gavin Menzies o autor conseguiu confirmar os míticos atlantes eram os minoicos, uma civilização perdida que de tão avançada viajou até a América do Norte para extrair minérios. Isso não é fruto da imaginação do autor, mas há provas arqueológicas de que isso ocorreu dois milênios antes de Cristo, eles eram respeitados até pelos egípcios com quem tinham relações comerciais.
Ainda estão decifrando a língua desse povo exótico mas ao que se sabe é que a lenda do labirinto do Minotauro e Ariadne vem deles (Minos de Minoico, o Rei Touro deles), a localização de sua terra atestadamente se enquadra com o desaparecimento parcial da ilha de Creta que fora quase toda submersa e onde fica os sítios dos minoicos, fundadores da idade do bronze.
Outro fato interessante era a obsessão deles com espirais em Pi, toda cultura e seu símbolo eram baseados nisso como prova de uma sofisticada matemática.As formas circulares, em similiaridade a Creta parecem ser refletidas nos megalíticos de Stonehenge e tantos mais similares espalhados pelo mundo com vestígios de ferramentas minoicas como indício de que fora seus construtores.
Nota-se que os labirintos de hoje são espirais ou redondos, não por menos o formato da suposta cidade deles conforme descrita por Platão. Labirinto pois eles usavam machado que numa outra língua significa labrys de labirinto. Gavin Menzies montou esse quebra-cabeças quase todo sozinho, um gênio nesse trabalho compilado num livro que é robusto (mais de 400 páginas) mas é sensacional.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Trechos de uma Crônica Censurada

Segue abaixo um trecho de um livro secreto de minha autoria, que trata do funesto poder que restou das sociedades secretas e seitas.

Esse poder extremo e intrincado está enraizado em todas as partes para todos dominar, se tornou de impossível exposição e transparência, não havendo nação o qual o órgão seja capaz de julgar-lhe, como um tumor se tornou inoperável, mas sendo nós como o vírus temos obrigação de adoentar a doença.
O que está emergindo do submundo é como atravessar o espelho, vê-se tudo ao contrário, a sujeira é limpa, o mal é bom, o errado é certo, a mentira se torna verdade. Fico impressionado como alguns são doutrinados pelo senso comum, principalmente mediante a tais inversões que exaltam a crise de valores na sociedade.
Porém, a inteligência nunca será plena quando a maldade for maior, o embrutecimento lhes favoreceu a queda da intelectualidade. A medida que cresce a agressividade e arrogância destes demonstra-se o declínio intelectual e consequentemente social. A era dourada deles onde grandes intelectuais, artistas e gênios afloravam passou, antes eles produziam o conhecimento, hoje eles o furtam. Como uma supernova, toda estrela prestes a implodir irradia muito mais luz, neste caso toda pressão e poder agressivo antes do colapso final nesse declínio gradual de séculos, o qual creio ser em grande parte irreversível.

“Não existe verdadeira inteligência sem bondade.”
Ludwig van Beethoven

A perseguição atroz e execrável destas seitas sempre são pelas vias mais pagãs possíveis na busca por subjugar através da tortura, medo e até mesmo estupros. Projetos Monarcas são comuns entre sociedades secretas e algumas seitas que assim transmitem seus "valores" - que escravizam. Há um percentual inegável de crimes com características incomum a do Monarca. Mas o fato é que o MK-Ultra, existiu tanto que viraram filmes como 'Teoria da Conspiração' com Mel Gibson e 'Sob Domínio do Mal' (The Manchurian Candidate) com Denzel Washington assim como uma sequência de 'V de Vingança'. Livros como '1984' de Georger Orwell dá descrições detalhadas de um processo similar a ele, assim como o mesmo que teria passado por Adolf Hitler antes de se tornar o Füher nazista. Particularmente acredito na proliferação massiva do mesmo que, em muitos casos, são a prática de iniciação o qual nota-se pela redução ao nível sexual instintivo como um verdadeiro morto a pestilência de estupros.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Trecho de Ascensão e Queda do III Reich

Trecho de 'Ascensão e Queda do III Reich', volume.2. Posto aqui como enfâse na soberba destes sintentizadores da estupidez discrminatória. Naturalmente irreconciliável.

"Goering e Goebbels divertiam-se um bocado discutindo a respeito de novas indignidades às quais deviam submeter novamente os judeus. O Ministro da propaganda disse que os judeus seriam postos a limpar os entulhos das sinagogas; os locais seria depois transformados em pontos de estacionamento de automóveis. Insistiam que os juízes fossem excluídos de tudo: escolas, teatros, cinemas, das casas de diversões, das praias públicas, dos parques, inclusive das florestas alemães. Propunha que houvesse carros especiais nas ferrovias e compartimentos para os judeus, mas que fossem utilizados apenas depois que todos os arianos estivessem sentados.
Bem, se o trem estiver superdotado", Goering riu, "nós os expulsaremos e os sentaremos todos durante o percurso na toilette."
Quando Goebbels reclamou com toda a seriedade que os judeus fossem proibidos de entrar nas florestas, Goering respondeu: "Daremos aos judeus uma certa parte do bosque e faremos que vários animais que parecem bravios e gostam muito deles também cheguem lá (o alce tem oum nariz curvo como o deles) e aí se aclimatem."
Página 219

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Comentários de '1984' de George Orwell

"O Progresso, no nosso mundo, será o progresso da dor."
George Orwell - 1984 - P.310

O clássico livro de 1949 apesar de datado a um então 1984 continua atual como nunca, ainda que as previsões não tenha se concretizado. Não se concretizaram? As assustadora as descrições do autor, parece que ele tenha roubado um manual dos tiranos ou seja um profeta, pois confere mais acertos que a Mãe Dinah às inúmeras ditaduras como da Coreia do norte atualmente, e mesmo o modus operandi de alguma seita ou sociedade secreta de moral duvidosa.

"Sabemos que ninguém toma o poder com o objetivo de abandona-lo. Poder não é um meio, mas um fim. Não se estabelece uma ditadura para proteger uma revolução. faz-se a revolução para instalar a ditadura."
George Orwell - 1984 - Página 308

George Orwell - pseudônimo de Eric Arthur Blair - fez história - e talvez a tenha alterado - com o livro de modo que estados de vigilância profeticamente preditos por ele são remetidos ao termo 'orwelliano' em alusão ao Big Brother, o mesmo do programa televisivo de moral decadente. Natural que o estado de vigilância por câmeras é apenas uma fracção de sua predileção pois o voyeurismo governamental alcançou novas proporções com os escândalos da NSA e Echelon, por exemplo. Emails invadidos, internet espionada nada é seguro pois comprovou-se ser uma vigilância não para nossa segurança, mas para informação deles.

"No futuro não haverá esposas ou amigos, e as crianças serão separadas das mães no momento do nascimento, assim como se tira os ovos das galinhas. (...) O único riso será o do triunfo sobre o inimigo derrotado. Não haverá arte, nem literatura, nem ciência. (...) sempre a cada momento, haverá a excitação da vitória, a sensação de pisotear o inimigo indefeso. (...) os inimigos da sociedade estarão sempre ali para serem derrotados e humilhados o tempo todo."
Página 312 - Smith sob a tutela de O'Brien durante uma sessão de tortura

Nota-se uma destilação de um extrato, suco da mais pura maldade personificada na sessão de tortura de Winston Smith. Algo que beira a demência sistemática e inominável de tão cruel e visceral. Visivelmente inspirou alguma coisa de Matrix. Parece o procedimento monarca a transforma-lo numa borboleta com aspirações em 'V For Vedetta' o qual a intensão é nada menos que remodelar o conceito de sanidade e realidade. Compreensível porque esse livro seja tão importante.

"Só a mente disciplinada enxerga a verdade, Winston. Você acha que a realidade é uma coisa objetiva, externa, algo que existe por conta própria. Também acredita que a natureza da realidade é autoevidente. Quando se deixa levar pela ilusão de vê alguma coisa, supõe que todos os outros veem o mesmo que você. Mas eu lhe garanto, Winston, a realidade não é externa. A realidade existe na mente humana e em nenhum outro lugar. Não na mente individual, que está sujeita a erros e que, de toda maneira logo perece. A realidade existe apenas na mente do Partido, que é coletiva e imortal. Tudo que o partido reconhece como verdade é a verdade. É impossível ver a realidade se não for pelos olhos do Partido."
P.292

Sobretudo a ideia não é somente a falsificação orwelliana da realidade e da verdade o qual mesmo pessoas são 'vaporizadas' - são tornadas em nada ao terem a vida deletada e quaisquer registros ou outras delas -, mas a cristalização da hipocrisia através do 'duplipensamento' em função da prática da contradição em detrimento da ilusão. Não obstante, porque a abstinência da verdade definha a moral por uma alienação completa e irreversível pela institucionalização do cinismo hipócrita: faça a maldade e seja conhecido pela bondade quando a exemplo do contrassenso da criação de um inimigo para massacra-lo e a prática da luta contra o opressor por métodos opressores é a capitulação da moral.
De todas as criaturas somente a figura genuinamente humana luta pela verdade, de modo que seu oposto denota um afastamento de sua essência e cerne filosófica. A dissonância cognitiva somente é permissiva - em alguns graus - como verdade a area da mecânica quântica e conveniente apenas ao multiverso.
Construindo os preceitos até mesmo de numa nova língua que busque limitar o pensamento, a 'novafala', Orwell conseguiu feitos até então possíveis apenas por um Tolkien. Com o livro, uma espécie de exercício literário de um ensaio sob forma de ficção Orwell teria provado que é possível aprender história antes dela acontecer, mas já está acontecendo.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Resenha de 'As Digitais dos Deuses'

Com contornos acadêmicos ainda que sob uma narrativa pessoal, o livro 'As Digitais dos Deuses' de Graham Hancock realiza não somente uma viagem pelas principais civilizações extintas como produz um trabalho de pesquisa bibliográfica impecável com inúmeras referências sem esquecer-se de quaisquer dados epistemologicamente. Mas o achado do livro em si, sensacional, é que cativa. Ao longo de suas mais de 500 páginas Graham Hancok nos leva a uma viagem não somente geográfica, mas a tempos imemoráveis tentando traduzir e decodificar os mitos e conhecimentos impressionantes dos antigos.

A marca indelegável dos supostos deuses seria a vontade de perpetuar sua memória a eternizando como todos mortais como eu e você tentam. Mas não somente isso nobres civilizadores tirando os primitivos da ignorância e os concedendo conhecimento que tornou possível o surgimento das mais variadas civilizações. De tihuananco as Piramides do Egito, não seriam meros túmulos mas uma maquina de marcação temporal que imortalizasse a memória da existência de tais criadores que teria tirando o homem da barbárie.

A decifração dos códigos da precessão de solstício que move as eras e identifica o exato ponto de extinção dessa civilização quer formada por outra raça de seres ou mesmo deuses hoje são traduzidos de modo esotérico onde seitas muitas vezes tentam imitar com visível distorção tais conhecimentos. A narrativa da suposta viagem de Osíris, "deus" que teria curado o homem do canibalismo e estado de selvageria ao drama de um cataclismo que dissolveu toda civilização da face da Terra que seria o dilúvio bíblico transcrito em inúmeros mitos de civilizações em todo mundo. Mitos que em muitos casos transmitiam conhecimentos de modo praticamente codificado - ou distorcido pelo endeusamento do homem ante a majestosa civilização de conhecimento ímpar, o qual o culto pelo tempo é singular na busca pela eterificação de sua existência.

Da degeneração dos maias a queda da humanidade a magnifica civilização que certamente encontra-se sepultada sob o gelo da Antártida relega respostas à mapas como de Pire Reis a origem de um conhecimento tão preciso sobre os astros e cuja arquitetura até hoje é irreprodutível pelos homens. Sem dúvidas esse livro mudou minha opinião sobre a origem das piramides e do primeiro Egito (não do Egito posterior).

Sob a óptica bíblica não sei onde se encaixaria as verdades desse livro, uns poderiam coloca-los como demônios, outros como anjos, outros como extraterrestres, mas o livro apenas sugere o que poderia ser. Mas seja o que forem eles, a certeza é que eram melhores do que nós.

segunda-feira, 17 de março de 2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Projetos Particulares

Atualmente trabalhando em 'Ars Ad Speculum', 'Sombras dos Tempos' e 'As Mil Palavras' com mais de 100 resenhas das dimensões escritas de mil. Algozes de olho gordo encima, sei que tenho sofrido ameaças por causa de vermes parasitas e plagiadores, mas isso apenas prova o valor desse trabalho nunca pago. "Só" esses livros todos ainda pra escrever, vejam abaixo a lista de meus projetos.



De poucos megas a esse tamanho virtual

Dentro todos os livros em construção.

Tamanho não é documento, tudo 
em um pequeno cartão de memória.



Informações sobre os livros:
- Total aproximado de páginas em A4 time new roman 10: 2500 páginas.
- 27 Livros finalizados - 17 de ficção e 10 de não ficção
- 15 Projetos em construção
- 18 livros revisados pelo autor
- Período do trabalho: de 2008 à atual (2014), argumentos desde de 2000.
- Horas aproximadas só de escrita: 800, em dias aproximadamente 37.

Mediante o farto material não é de se estranhar que atraia a atenção de ineptocratas criminosos que apenas inventam todo tipo de mentira pra justificar a injustiça.


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A Caixa


"Não há segredo na caixa, o segredo é a caixa, como um truque desvia
atenção do foco e o principal, atinge os corações. Não há enganos, na
verdade a caixa quem faz são justamente os corações, onde os pensamentos e atenções desviados a este os levam a crer e ao canalizar tais atenções acontece, sendo mero reflexo dos pensamentos.

Não há objetos comuns ou especiais, não é como uma Arca da Aliança, o que existe são vontades e sentimentos, a fé, de modo que o segredo passa a ser na realidade os próprios, o conteúdo exteriorizado."

Sobre o conto 'Éden' de 'Crônicas do Tempo' de Gerson Avillez