Ao contrário da maioria eu gostei do final de 'Game Of Thrones', compreendo perfeitamente a razão de não gostarem, mas o que vi fora a promessa de um final 'agridoce' pelas mãos dos criadores consolidada na tentativa de harmonizar o desequilíbrio ocorrido especialmente pelo erro Daenerys Targaryen, no quinto episódio pela matança. Ela fora verdadeira decepção e causa de todo mais a frente. Visivelmente o poder havia lhe subido a cabeça e o fato é que a maioria esmagadora do povo odeia uma moral cinzenta que pune os bons e premia os maus, por mais que se pinte por cima de branco ou preto. O fato é que a catarse da série não fora consumada especialmente pelo destino tomado por Jon Snow, mas compreendo que os produtores procuraram uma alternativa ao final que fosse razoável sem ser óbvia, e nisso obtiveram êxito. Sobretudo a série Se demonstra valiosa ao ter nos dado ao longo de oito anos grandes diálogos, personagens, batalhas e histórias. Personagens virtuosamente grandiosos, num código moral pautado na bondade e justiça num percurso surpreendente de adversidade que apenas por isso compensa. O seriado estabeleceu um novo patamar de qualidade, um passo além do que Lost havia nos dado uma década atrás. Com esse final melancólico assistiria a série toda novamente e aguardo ansioso pelos spin off pois até aqui a única substituta possível é Westworld, a menos que comprem os direitos pra filmar meus livros.
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segunda-feira, 20 de maio de 2019
Comentários do Final de Game Of Thrones
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Melhores Produções da Tv e Cinema de 2017 por mim
Abaixo disponibilizo uma lista das produções estreantes que mais gostei na Tv e cinema no ano de 2017, lembrando que a lista não inclui filmes que ainda não estrearam como Star Wars VIII:
Melhores Filmes de 2017 (ficção científica):
- Okja
- Vigilante do Amanhã (Ghost In Shell)
- Planeta dos Macacos: A Guerra
- Valerian e a Cidade dos Mil Planetas
- Alien Covenant
- Kong: Skull Island
- Onde Está Segunda?
- Corra!
- Blade Runner 2049
Outros Melhores Filmes:- It: A Coisa
- John Wick: Um novo dia para matar
- Atômica
Melhores Séries estreiantes de 2017:- Defensores
- The Handmaid's Tale
- 13 Reason Why
- Mindhunter
- Dark
- The Orville
- Star Trek Discovery
- Philip Dick Eletric Dreams
- The Gifted
Melhores Filmes de 2017 (ficção científica):
- Okja
- Vigilante do Amanhã (Ghost In Shell)
- Planeta dos Macacos: A Guerra
- Valerian e a Cidade dos Mil Planetas
- Alien Covenant
- Kong: Skull Island
- Onde Está Segunda?
- Corra!
- Blade Runner 2049
Outros Melhores Filmes:- It: A Coisa
- John Wick: Um novo dia para matar
- Atômica
Melhores Séries estreiantes de 2017:- Defensores
- The Handmaid's Tale
- 13 Reason Why
- Mindhunter
- Dark
- The Orville
- Star Trek Discovery
- Philip Dick Eletric Dreams
- The Gifted
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Comentários de '13 Reasons Why'
Sem dúvidas que 13 Reasons Why é o drama adolescente mais profundo e reflexivo dos últimos tempos, e nisso meus parabéns do autor e a produção. Com a sensibilidade feminina a série deu um soco no machismo que vê as mulheres como objetos sexuais. O final é bem tocante, emocionante mesmo, mas mais que me fazer lembrar de seriados de meu tempo, como Dawson's Creek, Party Of Five e The O.C. me levou a refletir.
O vilão Bryce, assim como todo cavalheiro do falocentrismo considera-se mais gostoso e irresistível que os demais, evidenciando na verdade o prazer no assédio e na agressão sexual como conquista, expondo assim a cultura do estupro numa sociedade moralmente decadente e de valores distorcidos que tende a 'normalizar' tais práticas. Por isso não se deve envolver a esta cepa pois quando se "sim" a eles é equivalente abrir as portas para toda vulgaridade falocêntrica que invade junto de supetão (algo que parecem fazer na minha vida a quem me diz sim).
O exibicionismo pertinente a isto não revela que não fica-se com mulheres pelo amor ou pelo simples gosto, mas numa competição não tão diferente de animais alfa por ter mais fêmeas o possível e a cada conquista levada a uma exposição como troféu, uma lógica não tão diferente a de ser ator pornográfico.
Outro aspecto é o voyerismo, uma doença que tende a ser insistentemente normalizada por programas como Big Brother e consiste em basicamente espionar a vida privada alheia, a exemplo de Tyler, não que isso justificasse o bullying que sofria. Tyler dá dicas de uma continuação da série: 13 Motivos Pra Matar Todo Mundo na Escola.
Tony, por sua vez, de longe é o personagem gay mais bacana que já vi (ainda que não muito expressivo), tudo isso sem a necessidade de nenhuma cena de beijo gay ou algo ainda mais apelativo como algumas sequências de Sense 8. Pela sensibilidade e sabedoria, ele, parece comprovar o motivo dos homens gays muitas vezes serem melhores amigos das mulheres, pois têm real afinidade com igual sensibilidade feminina, sensibilidade e beleza pelo qual não tenho defesas e que tolos "machos alfa" como Bryce "vencem" com a brutalidade ainda que auto-afirmada como maturidade e charme.
Clay, o protagonista, é o tipo de cara tão raro que chega soar quase inverossímil, mas sei que homens assim existem, pois sem falsas modéstias sou um, precisamos de mais homens assim urgentemente.
Termino o texto dizendo que não tenho a necessidade de dar 13 motivos para uma segunda temporada, pois há muito mais apenas com os ganchos dado na conclusão da primeira temporada. Que venha mais!
O vilão Bryce, assim como todo cavalheiro do falocentrismo considera-se mais gostoso e irresistível que os demais, evidenciando na verdade o prazer no assédio e na agressão sexual como conquista, expondo assim a cultura do estupro numa sociedade moralmente decadente e de valores distorcidos que tende a 'normalizar' tais práticas. Por isso não se deve envolver a esta cepa pois quando se "sim" a eles é equivalente abrir as portas para toda vulgaridade falocêntrica que invade junto de supetão (algo que parecem fazer na minha vida a quem me diz sim).
O exibicionismo pertinente a isto não revela que não fica-se com mulheres pelo amor ou pelo simples gosto, mas numa competição não tão diferente de animais alfa por ter mais fêmeas o possível e a cada conquista levada a uma exposição como troféu, uma lógica não tão diferente a de ser ator pornográfico.
Outro aspecto é o voyerismo, uma doença que tende a ser insistentemente normalizada por programas como Big Brother e consiste em basicamente espionar a vida privada alheia, a exemplo de Tyler, não que isso justificasse o bullying que sofria. Tyler dá dicas de uma continuação da série: 13 Motivos Pra Matar Todo Mundo na Escola.
Tony, por sua vez, de longe é o personagem gay mais bacana que já vi (ainda que não muito expressivo), tudo isso sem a necessidade de nenhuma cena de beijo gay ou algo ainda mais apelativo como algumas sequências de Sense 8. Pela sensibilidade e sabedoria, ele, parece comprovar o motivo dos homens gays muitas vezes serem melhores amigos das mulheres, pois têm real afinidade com igual sensibilidade feminina, sensibilidade e beleza pelo qual não tenho defesas e que tolos "machos alfa" como Bryce "vencem" com a brutalidade ainda que auto-afirmada como maturidade e charme.
Clay, o protagonista, é o tipo de cara tão raro que chega soar quase inverossímil, mas sei que homens assim existem, pois sem falsas modéstias sou um, precisamos de mais homens assim urgentemente.
Termino o texto dizendo que não tenho a necessidade de dar 13 motivos para uma segunda temporada, pois há muito mais apenas com os ganchos dado na conclusão da primeira temporada. Que venha mais!
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
As 37 Melhores Séries de Todos os Tempos
Baseado numa lista de seriados prediletos que reuni ao logo dos anos separo abaixo a lista das melhores séries de todos os tempos segundo meu gosto. A lista se encontra em ordem de importância ainda que ela pode ser relativa assim como o gosto em si.
1 - Lost
2 - Breaking Bad
3 - Arquivo X
4 - Flashfoward
5 - Guerra dos Tronos
6 - Heroes
7 - Black Mirror
8 - Westworld
9 - The Expanse
10 - Jornada nas Estrelas - A Nova geração
11 - Star Trek - Enterprise
12 - Alias
13 - ER
14 - 24 Horas
15 - Stranger Things
16 - Orphan Black
17 - American Horror Story
18 - Da Vinci Demons
19 - Sense 8
20 - Narcos
21 - Demolidor
22 - The Knick
23 - Millenniun
24 - Chapolin
25 - The Americans
26 - CSI, CSI Miami, CSI NY e CSI Cyber
27 - Mr.Robot
28 - The O.C.
29 - The Walking Dead
30 - Homeland
31 - The Shield
32 - Cosmos
33 - Fear Of the walking Dead
34 - Better Call Saul
35 - 11.22.63
36 - Fringe
37 - The Dead Zone
1 - Lost
2 - Breaking Bad
3 - Arquivo X
4 - Flashfoward
5 - Guerra dos Tronos
6 - Heroes
7 - Black Mirror
8 - Westworld
9 - The Expanse
10 - Jornada nas Estrelas - A Nova geração
11 - Star Trek - Enterprise
12 - Alias
13 - ER
14 - 24 Horas
15 - Stranger Things
16 - Orphan Black
17 - American Horror Story
18 - Da Vinci Demons
19 - Sense 8
20 - Narcos
21 - Demolidor
22 - The Knick
23 - Millenniun
24 - Chapolin
25 - The Americans
26 - CSI, CSI Miami, CSI NY e CSI Cyber
27 - Mr.Robot
28 - The O.C.
29 - The Walking Dead
30 - Homeland
31 - The Shield
32 - Cosmos
33 - Fear Of the walking Dead
34 - Better Call Saul
35 - 11.22.63
36 - Fringe
37 - The Dead Zone
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Comentários de Séries
Westworld
Westworld finalmente disse a que veio no quarto episódio. A trama ganhou complexidade e densidade mediante a condição do qual robores tão perfeitos quanto humanos começam a tomar ciência de sua falsa realidade. Os paralelos com a própria condição humana estão presentes, algo que remete aos 'deuses astronautas' e ao clássico filme "Cidade das Sombras" onde os "deuses" constantemente modificam, durante a noite, os habitantes de uma cidade, deixando, no caso de Westworld, memórias residuais que são organizadas pelo subconscientes como flashes desses 'bastidores' ou mesmo sonhos que remetem as suas religiões. A presunção de ser julgar deus, no entanto, ressoa na ausência de comportamentos adequados dos visitantes humanos da cidade que estupram, matam, torturam sob a premissa de que são seres menos reais que eles dando, assim, abertura de que liberte toda maldade inerente a eles.
Westworld finalmente disse a que veio no quarto episódio. A trama ganhou complexidade e densidade mediante a condição do qual robores tão perfeitos quanto humanos começam a tomar ciência de sua falsa realidade. Os paralelos com a própria condição humana estão presentes, algo que remete aos 'deuses astronautas' e ao clássico filme "Cidade das Sombras" onde os "deuses" constantemente modificam, durante a noite, os habitantes de uma cidade, deixando, no caso de Westworld, memórias residuais que são organizadas pelo subconscientes como flashes desses 'bastidores' ou mesmo sonhos que remetem as suas religiões. A presunção de ser julgar deus, no entanto, ressoa na ausência de comportamentos adequados dos visitantes humanos da cidade que estupram, matam, torturam sob a premissa de que são seres menos reais que eles dando, assim, abertura de que liberte toda maldade inerente a eles.
Como isso se parece com a nossa "realidade", temos uma crítica de alto nível nisso ainda que com aspectos não tão distantes de 'Matrix', sobretudo demonstrando ainda enigmas que mesmo eu menciono como relacionado a essas ilusões: um mapa de um labirinto o qual leva a verdadeira condição dessa realidade, um labirinto feito - como toda ilusão - para ocultar algo o qual somente quem descobrir o caminho certo será capaz. Entra então o personagem de Rodrigo Santoro demonstrando finalmente seu valor na série, um provável herói que julgo eu iniciará uma revolta dos robores contra essa espécie de 'Mágico de Oz'. Afinal o que há dentro do cofre? Será o enigma do centro do labirinto?
OBS: Particularmente não assisti ao filme original de Michael Chrinton para dizer se a mensagem central da série é a mesma do longa, mas que está ganhando ares mais complexos e fascinantes está!
Black Mirror
Black Mirror
Comecei a assistir a série 'Black Mirror' e ainda não sei o que sinto exatamente, a não ser algo difuso.
O primeiro episódio de 'Black Mirror' somos apresentados a uma espécie de distopia invertida que mata por tédio e hipocrisia, um mundo tão artificial e fingido que soa uma ineptocracia tecnocrata onde a vida é montada pelas redes sociais o qual somente o status e aparência tem importância, não as vocações ou talentos. Aparenta ser, em todos casos, uma massificação do 'Show de Truman' onde, porém, não há ninguém verdadeiro, como Truman. A crítica naturalmente é sobre as redes sociais os quais as pessoas parecem ser obcecadas em apenas mostrar o lado bom de suas vidas superficiais e medíocres (quando não "secretamente sofridas"). Confesso que tive uma sensação estranha ao assistir todo tom irônico, algo entre risos e angústia. A sessão de ofensas o qual encerra o episódio não diz que o importante é ser mal educado ou grosso, mas sim verdadeiro, real e espontâneo algo que falta hoje. Sobretudo nota-se que nessa distopia invertida os afrodescendentes normalmente aparecem em trabalhos do nível social mais inferiores assim como não existem cães o que fortalece a hipótese de ser uma distopia ainda que muito maquiada pela hipocrisia.
Timeless
'Timeless' tem a premissa que gosto: uma máquina do tempo que furtada passa a visitar pontos do tempo históricos levando a um grupo tentar impedir quem a roubou. O problema é o desenvolvimento que ao contrário dos sempre ótimos e inspirados episódios de viagem temporal da franquia Star Trek, tudo soa forçado na trama a fim de justificar intermináveis viagens temporais que favoreçam encontros históricos, algo que 'Forrest Gump' fez muito melhor sem ter que apelar a viagens no tempo. Não acrescenta nada novo, até mesmo nos paradoxos e na mecânica temporal aquela mesma hipótese falha e batida apresentada em quaisquer filmes e séries do gênero, pois quando chega perto de tocar numa reviravolta realmente relevante, como o propósito do roubo, por exemplo, isso se diluiu em maneirismos e clichês que prolongam a trama a quase tortura.
The Expanse
Confesso que não estava dando muita coisa para 'The Expanse' do canal SyFy, porém, de um piloto arrastado a série cresceu espantosamente ao longo dos episódios. Com uma produção que prima pelo padrão de qualidade técnica de cinema (o que é ótimo para o padrão televisivo) a série baseada numa série de livros realmente é digna de nota. A produção remete as melhores séries da Starz, como Da Vinci Demons. A construção do clima claustrofóbico é sensacional, com naves abandonadas, áreas de quarentena e uma misteriosa arma biológica. Ainda que não tenha tido nenhum encontro alienígena (que tanto aguardei) a série tem muitos temas a serem explorados e em crescimento.
Timeless
'Timeless' tem a premissa que gosto: uma máquina do tempo que furtada passa a visitar pontos do tempo históricos levando a um grupo tentar impedir quem a roubou. O problema é o desenvolvimento que ao contrário dos sempre ótimos e inspirados episódios de viagem temporal da franquia Star Trek, tudo soa forçado na trama a fim de justificar intermináveis viagens temporais que favoreçam encontros históricos, algo que 'Forrest Gump' fez muito melhor sem ter que apelar a viagens no tempo. Não acrescenta nada novo, até mesmo nos paradoxos e na mecânica temporal aquela mesma hipótese falha e batida apresentada em quaisquer filmes e séries do gênero, pois quando chega perto de tocar numa reviravolta realmente relevante, como o propósito do roubo, por exemplo, isso se diluiu em maneirismos e clichês que prolongam a trama a quase tortura.
The Expanse
Confesso que não estava dando muita coisa para 'The Expanse' do canal SyFy, porém, de um piloto arrastado a série cresceu espantosamente ao longo dos episódios. Com uma produção que prima pelo padrão de qualidade técnica de cinema (o que é ótimo para o padrão televisivo) a série baseada numa série de livros realmente é digna de nota. A produção remete as melhores séries da Starz, como Da Vinci Demons. A construção do clima claustrofóbico é sensacional, com naves abandonadas, áreas de quarentena e uma misteriosa arma biológica. Ainda que não tenha tido nenhum encontro alienígena (que tanto aguardei) a série tem muitos temas a serem explorados e em crescimento.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Mensagens ocultas em 'O Domo'.
A civilização ocidental, a sociedade aberta e livre conhecida, foi forjada nos valores judaico-cristãos sobre o pensamento grega, mas em suas vísceras, abaixo da superfície um poder insidioso em conluio global é diametralmente oposto. Quando esse poder emergir completamente será a nova era do apocalipse. Está tudo carcomido pelos cupins, somente restou a casca, e o nome da casca é hipocrisia.
Eles são uma farsa ilegitima e charlatã e sempre utilizará do ilegitimo e charlatanismo para atingir seus objetivos, o mal absoluto e supremo destilado em seu estado mais puro e covarde jamais concebido. Alguém com segredos sujos e escandalosos e que faz qualquer sujeira para protege-los.
Under the Dome
Como é comum em Hollywood os filmes e séries estão preenchidos por simbolismos e mensagens subliminares e(ou) subjetivas, e a série baseada no livro de Stephen King e produzida por Steven Spilberg, Under the dome não é diferente. Ao estudioso do ocultismo e conspiração compreendemos o hábito destes ocultarem sinais na frente de todos e na Tv ou cinema não é diferente, assim como pela Disney é comprovado.
O domo da série é uma perfeita analogia para a era de aquários, e nos episódios nove e dez da primeira temporada observamos uma versão em escada do mesmo domo onde um ovo negro - signo da fertilidade no paganismo - se encontra, ou seja, uma representação da magia sexual ou sexo cultual que poderia dar a luz a algo. Em paralelo a isso personagens em convulção revelam que um monarca será eleito para momentos mais tarde se demonstrar uma lagarta dentro do domo em escala, essa lagarta ira se transformar numa borboleta monarca reforçando a ideia de transformação.
Para os que não compreendem esse simbolo presente na ideia de transformação simbólica da seita nova era é sucedido pelo método monarca conhecida em meios conspiratórios por ser uma sessão subversiva de "tratamento" capaz de modificar a personalidade da pessoa, onde muitos teóricos da conspiração afirmam que algumas celebridades passaram e projetos negros verídicos dos EUA, como o MK-Ultra, são exemplos variáveis. Vimos isso na história na criação do Hitler a ponto que o Füher transformado passou a ter hábitos sexuais nojetos e uma personalidade magnética quando antes era apática - para compreender esse episódio histórico temos que perceber que o nazismo estava embebido no ocultismo e fora criado por sociedades secretas assim como a própria SS o era.
Esse simbolismo no final se demonstra como alguém dentro da era de aquários, detido, será literalmente transformado a se tornar uma espécie de eleito, algo que se identifica perfeitamente com o anticristo bíblico tal como Hitler fora em seu tempo. O domo menor é uma demonstração em escala de um acontecimento maior, assim como o nazismo o fora em seu tempo um modelo de governo profetizado até mesmo por George Orwell em 1984, pois é hábito das elites ocultistas testar seus planos em escala antes da aplicação final em escala maior.
Eles são uma farsa ilegitima e charlatã e sempre utilizará do ilegitimo e charlatanismo para atingir seus objetivos, o mal absoluto e supremo destilado em seu estado mais puro e covarde jamais concebido. Alguém com segredos sujos e escandalosos e que faz qualquer sujeira para protege-los.
Under the Dome
Como é comum em Hollywood os filmes e séries estão preenchidos por simbolismos e mensagens subliminares e(ou) subjetivas, e a série baseada no livro de Stephen King e produzida por Steven Spilberg, Under the dome não é diferente. Ao estudioso do ocultismo e conspiração compreendemos o hábito destes ocultarem sinais na frente de todos e na Tv ou cinema não é diferente, assim como pela Disney é comprovado.
O domo da série é uma perfeita analogia para a era de aquários, e nos episódios nove e dez da primeira temporada observamos uma versão em escada do mesmo domo onde um ovo negro - signo da fertilidade no paganismo - se encontra, ou seja, uma representação da magia sexual ou sexo cultual que poderia dar a luz a algo. Em paralelo a isso personagens em convulção revelam que um monarca será eleito para momentos mais tarde se demonstrar uma lagarta dentro do domo em escala, essa lagarta ira se transformar numa borboleta monarca reforçando a ideia de transformação.
Para os que não compreendem esse simbolo presente na ideia de transformação simbólica da seita nova era é sucedido pelo método monarca conhecida em meios conspiratórios por ser uma sessão subversiva de "tratamento" capaz de modificar a personalidade da pessoa, onde muitos teóricos da conspiração afirmam que algumas celebridades passaram e projetos negros verídicos dos EUA, como o MK-Ultra, são exemplos variáveis. Vimos isso na história na criação do Hitler a ponto que o Füher transformado passou a ter hábitos sexuais nojetos e uma personalidade magnética quando antes era apática - para compreender esse episódio histórico temos que perceber que o nazismo estava embebido no ocultismo e fora criado por sociedades secretas assim como a própria SS o era.
Esse simbolismo no final se demonstra como alguém dentro da era de aquários, detido, será literalmente transformado a se tornar uma espécie de eleito, algo que se identifica perfeitamente com o anticristo bíblico tal como Hitler fora em seu tempo. O domo menor é uma demonstração em escala de um acontecimento maior, assim como o nazismo o fora em seu tempo um modelo de governo profetizado até mesmo por George Orwell em 1984, pois é hábito das elites ocultistas testar seus planos em escala antes da aplicação final em escala maior.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Comentários de séries estreiantes da temporada
A netflix tem dando um caldo nos canais convencionais de TV ao apresentar séries com alta qualidade. Dentre elas está a derivada da Marvel Daredevil que reconta a história do herói do título com melhor desempenho que o filme estrelado por Ben Affleck. Com uma fotografia cuidadosa e esmerada rendendo ótimas sequências de combate e com um elenco de primeira, a temporada que estreou rendeu elogios justificáveis ao mostrar a gênese do herói cego contra o mafioso corrupto Wilson Fisk.
Porém, a surpresa mesmo ficou com Sense 8 dos criadores de Matrix, ao mesclar alguns elementos não tão originais que remetem a seus filmes anteriores como 'Cloud Atlas' e mesmo Matrix como sutis referências, não perde, porém, momentos inspirados com sua premissa.
CSI Cyber, por sua vez conseguiu demonstrar-se como o ápice de toda franquia CSI ao mostrar crimes cibernéticos com a convenção narrativa transmutada para a linguagem virtual rendendo alguns ótimos episódios que conseguem ser até mesmo muito melhor que o recente filme de Michael Mann.
A série Wayward Pines usa a fórmula de séries com chaves de segredos e mistérios não somente é fracassada como um contrassenso ao colocar que haverá uma surpresa - perdendo metade de seu efeito pela expectativa -, não obstante, das poucas ideias originais do autor Blake Crouch uma é a inverosímil proposta de que os seres humanos vão "evoluir" à animais selvagens como resultado da civilização (!). Assim, ainda que tenham alguns momentos inspirados, sendo tecnicamente impecável e tendo ótimas atuações a série - ou mini-série prevendo ser um fracasso o qual surpresa seria se fosse renovada - é uma série que mescla de tudo um pouco, pois lá estão elementos de Matrix, LOST e tanto mais.
Inegável as pretensões de M. Night Shyamalan ao tentar remeter ao começo de sua decadente carreira tendo que apelar a tanta falta de criatividade.
Porém, a surpresa mesmo ficou com Sense 8 dos criadores de Matrix, ao mesclar alguns elementos não tão originais que remetem a seus filmes anteriores como 'Cloud Atlas' e mesmo Matrix como sutis referências, não perde, porém, momentos inspirados com sua premissa.
CSI Cyber, por sua vez conseguiu demonstrar-se como o ápice de toda franquia CSI ao mostrar crimes cibernéticos com a convenção narrativa transmutada para a linguagem virtual rendendo alguns ótimos episódios que conseguem ser até mesmo muito melhor que o recente filme de Michael Mann.
A série Wayward Pines usa a fórmula de séries com chaves de segredos e mistérios não somente é fracassada como um contrassenso ao colocar que haverá uma surpresa - perdendo metade de seu efeito pela expectativa -, não obstante, das poucas ideias originais do autor Blake Crouch uma é a inverosímil proposta de que os seres humanos vão "evoluir" à animais selvagens como resultado da civilização (!). Assim, ainda que tenham alguns momentos inspirados, sendo tecnicamente impecável e tendo ótimas atuações a série - ou mini-série prevendo ser um fracasso o qual surpresa seria se fosse renovada - é uma série que mescla de tudo um pouco, pois lá estão elementos de Matrix, LOST e tanto mais.
Inegável as pretensões de M. Night Shyamalan ao tentar remeter ao começo de sua decadente carreira tendo que apelar a tanta falta de criatividade.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
LOST 10 Anos!
O que posso dizer sobre LOST - que faz dez anos hoje - é que de fato não só é um marco história da televisão como é uma das melhores séries jamais produzidas, mas a pena é que os criadores/autores deixaram a peteca cair depois da quarta temporada rendendo um final chulé. Não foi digno e a altura do que a série representou!
Acho que o segredo do sucesso de LOST é simples, filosofia com argumentos científicos desenvolvidos por uma mitologia de personagens complexos o qual nada é por acaso - algo que mesclo em meus livros, por exemplo, só que com teorias científicas próprias e originais. A abordagem do destino era marca comum, nenhuma série de tv fez igual sucesso por não ser capaz de discutir tais filosofias na tela. Tirando Flashfoward, de fato, que tinha potencial pra isso e Da Vinci's Demons que chegou perto mas se diluiu.
Enquanto Game of Thrones está para Senhor dos Anéis, LOST está para Matrix o qual mais que uma mitologia apresenta uma diversidade de discussões filosóficas sobre realidade, destino e etc, se tornando muito abrangente nos temas que abordava.
O resultado é algo implagiável, mas o qual a fórmula me parece bastante clara e mesmo e notada por Luc Besson, pois LOST ao lado de Matrix marcou a sina de sucesso de um filão científico-filosófico do século XXI. Não posso negar que sou fã do seriado e que fora uma inspiração, todavia a decepção com o final que me soa unanime entre os espectadores ao transitar irresolutamente do filosófico ao teológico. Mas o seriado deixou um vazio - ao lado de Arquivo X - que só consigo preencher com meus livros, talvez o dia em que surgir algo a altura, talvez deixe de escrever.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Melhores aberturas de Séries
Não é de hoje que uma das partes mais importantes de um seriado e por vezes até mesmo filme, construí sua identidade na sequência título, a popular abertura. Populares principalmente por suas músicas temas nos anos 80, hoje em dia algumas séries optam por aberturas minimalistas ao contrário de seriados como CSI que utilizam músicas clássicas como The Who. Em homenagem a isto separo aqui algumas das melhores sequências de abertura que assim considero, quer pelo tema ou pelo conjunto da obra.
Millennium
Plantão Médico
O Fantástico Mundo de Bobby
Profissão Perigo
Star Trek (abertura de todas as séries)
CSI
CSI: NY
CSI MIAMI
Boontown
Arquivo X
Parker Lewis
O Quinteto
Dawnson's Creek
The OC - Um Estranho no paraíso
O que achou? Tem alguma série que ficou faltando que é marcante. Coloque nos comentários!
domingo, 1 de junho de 2014
Resenha de Robocop de José Padilha
O Brasileiro não poupa nem seus compatriotas, e com José Padilha não foi diferente neste Robocop. Claro que o filme perdeu no teor dramático da memória de Alex Murphy e sua família, assim por sua honestidade contra a criminalidade em meio a uma corporação totalmente corrupta, a OCP, o que faz os personagens dessa Onmicorp bastante cínicos e apenas interesseiros levemente corruptos perto do anterior. Mas convenhamos o tema é atualíssimo, com essa coisa de drones e criação ampla de robores para combates remotos a trama ganha uma discussão que mergulha o espectador nos conflitos morais do mesmo. Padilha mesmo com todas restrições de Hollywood conduziu belas sequências, especialmente as de ações onde dosou efeitos visuais com atuações no ponto certo, ainda que a corrupção daqueles personagens gananciosos, que convenhamos seja mais dentro da realidade faça falta no clássico onde um come o outro como cobras, esse filme não mancha o clássico ainda que jamais seja um novo clássico, pois ainda hoje lembro da impactante sequência da morte de Alex Murphy de Peter Weller no original, claro que impagável mas Padilha não precisou dos mesmos apelos de Paul Vehoerven a violência pra contar sua história afinal a faixa etária também tinha de ser mais ampla. Resumo, meus votos é que Padilha pegue um projeto de Hollywood com total liberdade criativa e ai sim teremos um tropa de elite norte-americano ou no mínimo algo a altura de 'Dia do Treinamento'.
Alguns momentos Robocop incorpora o Rambocop e é divertido ver os comentários de Novak (Samuel L.Jackson) sobre ele como puxa-saco oficial numa espécie de Wagner Montes do futuro, mas remetendo aquelas tiradas de Tv que haviam no original e no Tropa de Elite 2. Mas a grande sacada do filme mesmo é o teor emocional onde a máquina analisa os estados emocionais e sua influência sobre o próprio sistema que rende um argumento original que o clássico não tinha declaradamente, mas neste trabalhado com muito mais profundidade. Muito bom.
Alguns momentos Robocop incorpora o Rambocop e é divertido ver os comentários de Novak (Samuel L.Jackson) sobre ele como puxa-saco oficial numa espécie de Wagner Montes do futuro, mas remetendo aquelas tiradas de Tv que haviam no original e no Tropa de Elite 2. Mas a grande sacada do filme mesmo é o teor emocional onde a máquina analisa os estados emocionais e sua influência sobre o próprio sistema que rende um argumento original que o clássico não tinha declaradamente, mas neste trabalhado com muito mais profundidade. Muito bom.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Documentário: Expelled No Intelligence Allowed
O documentário apresentado por Ben Stein prova não somente que ele se limita a dizer 'Buller' no famoso filme 'Curtindo a vida adoidado', mas nobre homem de convicções para defender o 'Design Inteligente' confrontando algumas das principais personalidades do evolucionismo como Richard Dawkins numa entrevista que o faz admitir a possibilidade de um design inteligente. Sobretudo mostra como o darwinismo se tornou motor para os nazistas e seu conceito ariano colocando raças negras e de judeus como inferiores e mesmo diminuindo parte de sua população considerada indigna de viver e até mesmo casar-se por deficiências. Ainda que o conhecimento, quer da bíblia ou científico possa ser utilizado para o mau a amoralidade não é uma característica da ciência, mas do mal. Aos tolos e sua luta mesquinha pela ganância onde atribuí-se mais condenação por letras e discriminação, não atos. Sobretudo é válido como documento a moralidade que imparcial deve se abster de crença para julgar, pois o objetivo da ciência assim como da verdadeira religião é procurar e revelar a verdade não satisfazer o desejo de alguns. Abaixo o documentário completo, ainda que o melhor comece da sexta parte em diante:
quinta-feira, 3 de março de 2011
Comentários do flagelo final de LOST
Somente ontem tive a oportunidade de assistir o famigerado final de LOST, e realmente não foi algo que se propunham os autores do seriado decepcionando fãs de todo mundo. Porém, mesmo eu que sendo fã já havia percebido o desgaste do seriado desde quando começou a papagaiada de Jacob e da ilha desaparecer como abandono total a premissa de ficção científica a fantasia sustentada apenas nos personagens - o único grande mérito restante do seriado. Desde então o seriado de revisitou, fez um monte de referência a si próprio alimentando-se apenas de si mesmo a recorrer ao final escorado meramente em saídas emocionais de seus personagens. A prova de que os autores mentiram desde o começo de má fé com seus fãs - assim como eu - era a promessa de que o final já estava escrito quando mesmo o personagem, o médico, Jack Shepard sabe-se que tinha sido escrito para morrer logo no começo do seriado, assim como os enormes furos ao longa da última temporada a demonstrarem que os roteiristas foram exclusivamente vítimas de si próprios, o feitiço voltou-se contra os feiticeiros, pois criaram algo realmente incrível e fantástico, o desenvolveram não tiveram a capacidade de manter graças à ganância.
LOST sem dúvidas revolucionou o modo de fazer séries na Televisão, as temporadas iniciais são simplesmente imbatíveis, mérito de quando o seriado lançou mão de premissas originais dos próprios autores a exemplo das implicações psicológicas e filosóficas da escotilha Cisne e mesmo as demais mostradas na temporada seguinte que traziam o clima sensacional
proporcionado pela Dharma – só o clima dos vídeos e o jogo virtual eram sensacionais - , e não satisfatoriamente mantido em recursos de viagens temporais que os autores não souberam manter e desenvolver.
O resumo foi um exumo de um seriado que já havia se perdido a exemplo das assombrações e de 'Lockes' falsos apenas para carregar o mérito do original - um dos maiores erros ao mata-lo, e de modo ridículo - assim como as conclusões dos hostis pouco consistentes com a proposta original demonstrando não apenas o maquiavelismo dos próprios, mas dos autores.
Se entregando a um sincretismo forçado o seriado não somente se estrangulou como estrangulou seus fãs, assim como Ben o fez com John Locke, algo que jamais desceu pela minha garganta, por ser aquele personagem dos mais incríveis que a televisão conheceu, lástima. Fatalmente o seriado se despediu da Tv nem ao menos mantendo os demais personagens incriveis que tinha como Desmond Hume enquanto alimentou personagens fracos como os conflitos de Jin e Sun, sempre arrastados e matando igualmente Mr.Eko que abaixo de Locke era outro dos personagens mais legais do seriado, provando que não foram fiéis ao próprio seriado.
Esta última famigerada e fUtil temporada, porém, teve alguns excelentes episódios, todos centrados apenas na própria mitologia construída, a exemplo da história do Black Rock que apesar de alguns absurdos e maniqueísmos forçados trouxe o melhor que o seriado remeteu ao longo do tempo, mas que desde o começo os "flashsideways" não funcionavam de modo adequado e orgânico percebendo-se que não era típico da estrutura da série como 'Fringe', ao contrário mesmo dos flashfoward dando a impressão de que foram literalmente colocados de modo não planejado e justificando a sensação de que seus fãs - assim como eu - perderam seus últimos seis anos assistindo-o. Não amarrando da trama de modo satisfatório, prefiro assim como Alias - como prova de que J.J.Abrams não tem cacife de manter tais por muito tempo - ter este seriado como concluído lá pela terceira temporada para manter seu melhor vivo em nossos corações, o seriado terminaria redondo e original com estes saindo da ilha. Resumindo, não culpe as vítimas do seriado como eu, quando a responsabilidade são a dos próprios, afinal são eles pagos para tal e não valeram seus salários no final, e provaram que nem se quer honraram suas promessas com os fãs. Trabalho honesto e original é o que vale, coisa que esqueceram.
LOST sem dúvidas revolucionou o modo de fazer séries na Televisão, as temporadas iniciais são simplesmente imbatíveis, mérito de quando o seriado lançou mão de premissas originais dos próprios autores a exemplo das implicações psicológicas e filosóficas da escotilha Cisne e mesmo as demais mostradas na temporada seguinte que traziam o clima sensacional
proporcionado pela Dharma – só o clima dos vídeos e o jogo virtual eram sensacionais - , e não satisfatoriamente mantido em recursos de viagens temporais que os autores não souberam manter e desenvolver.
O resumo foi um exumo de um seriado que já havia se perdido a exemplo das assombrações e de 'Lockes' falsos apenas para carregar o mérito do original - um dos maiores erros ao mata-lo, e de modo ridículo - assim como as conclusões dos hostis pouco consistentes com a proposta original demonstrando não apenas o maquiavelismo dos próprios, mas dos autores.
Se entregando a um sincretismo forçado o seriado não somente se estrangulou como estrangulou seus fãs, assim como Ben o fez com John Locke, algo que jamais desceu pela minha garganta, por ser aquele personagem dos mais incríveis que a televisão conheceu, lástima. Fatalmente o seriado se despediu da Tv nem ao menos mantendo os demais personagens incriveis que tinha como Desmond Hume enquanto alimentou personagens fracos como os conflitos de Jin e Sun, sempre arrastados e matando igualmente Mr.Eko que abaixo de Locke era outro dos personagens mais legais do seriado, provando que não foram fiéis ao próprio seriado.
Esta última famigerada e fUtil temporada, porém, teve alguns excelentes episódios, todos centrados apenas na própria mitologia construída, a exemplo da história do Black Rock que apesar de alguns absurdos e maniqueísmos forçados trouxe o melhor que o seriado remeteu ao longo do tempo, mas que desde o começo os "flashsideways" não funcionavam de modo adequado e orgânico percebendo-se que não era típico da estrutura da série como 'Fringe', ao contrário mesmo dos flashfoward dando a impressão de que foram literalmente colocados de modo não planejado e justificando a sensação de que seus fãs - assim como eu - perderam seus últimos seis anos assistindo-o. Não amarrando da trama de modo satisfatório, prefiro assim como Alias - como prova de que J.J.Abrams não tem cacife de manter tais por muito tempo - ter este seriado como concluído lá pela terceira temporada para manter seu melhor vivo em nossos corações, o seriado terminaria redondo e original com estes saindo da ilha. Resumindo, não culpe as vítimas do seriado como eu, quando a responsabilidade são a dos próprios, afinal são eles pagos para tal e não valeram seus salários no final, e provaram que nem se quer honraram suas promessas com os fãs. Trabalho honesto e original é o que vale, coisa que esqueceram.
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