Compreendemos que entre as bases da sociedade está a troca. Algo o qual repercute por todos relacionamentos e não menos os princípios norteadores do mercado em seu comércio assim como das leis. Notamos que até mesmo se fala de moeda social onde troca de favores são estipuladas para benefício mútuo de maneira que isso falha em desequilíbrio quando essa via de mão dupla falha a exemplo da exploração, abusos e roubos.
Uma vez compreendendo isto observamos que o poder uma vez cruzando essa linha rumo a ser absoluto se torna não somente gradualmente absolutamente corruptos como inútil e fútil por
são corresponder-se como benéfico a todos o qual tem relações.
Progressistas hipócritas não se discerne de liberais, seriam como gays ativos que não se assumem por homofobia consigo mesmo. Habitando a única torre de marfim que conheço, a da exceção, parcialidade e contrassenso, como os machistas que se vão gloriam do pênis quando a insuficiência de tamanho depõe contra si. Para estes nem sabendo o que é respeito querem pregar o que é luz, alegria, paz, bem, maldito vernáculo da Hipocrisia. Progressistas e liberais assim são conectados pela hipocrisia, cretinos de todas matizes são uno, a imagem e semelhança da farsa.
segunda-feira, 26 de junho de 2017
domingo, 25 de junho de 2017
Um Relato: Ter Síndrome de Asperger Vale a pena?
Muitos portadores da variável leve do autismo questionam se é uma doença por oferecer alguns privilégios em relação aos demais, mas será que vale a pena ter Síndrome de Asperger? Bom, recebi o diagnóstico tardiamente de modo que apenas nos últimos anos recebi tratamento adequado a isto. Passei por várias saias justas por não ter um comportamento sempre ajustado socialmente sem contar os inúmeros bullyings e discriminações por cosias similares ao longo de minha vida, de maneira que se recebesse um diagnóstico e tratamentos adequados antes teria me poupado muito sofrimento e discriminação que ainda assim não deixei de passar.
O diagnóstico permitiu que eu me conhecesse melhor e assim compreendesse os motivos de muitas vezes sentir-me desconfortável em situações entre amigos, mulheres e sociais, mas sem ajuda as dificuldades que no meu caso normalmente eram as que exigiam maior contato pessoal e íntimo teria melhorado não somente minha qualidade de vida como proporcionado melhor desenvolvimento em minhas aptidões. Dentro dessas colocações naturais um portador da síndrome pode desenvolver-se não somente plenamente como flertar com a genialidade, coisa que alguns momentos evidentemente consigo nas áreas o qual tenho foco e aptidão. Mas os danos na minha vida social e principalmente sentimental são profundos, não bastando uma sociedade hostil e falocêntrica em que a competição desigual de alguns do sexo masculino, normalmente NTs, não tem limites morais ou éticos.
Foram vários os focos de assuntos de interesse desde minha infância. O primeiro fora certamente carros o qual meu avô materno ensinou a conhecer e saber todas as marcas e modelos de veículos de modo que hoje conheço alguns carros ainda pelo som do motor. Posteriormente, no começo da adolescência, outro assunto o qual tive grande "hiperfoco" fora os dinossauros me levando a decorar os inúmeros nomes de animais pré-históricos e devorando tudo que era produzido sobre, filmes como 'Jurassic Park' lançado na época assisti mais de 15 vezes. Outro foco vivo na época era com videogames de modo que detonei mais de 150 jogos de Mega Drive e Playstation One.
Quando adulto os focos foram se diversificando mais, o que na juventude era um foco no cinema - ainda hoje entendo muito sobre assim como os nomes que os fazem - tornou a assuntos como filosofia despertado por Matrix em 1999, a astronomia, história e mecânica quântica.
O gosto pela literatura veio desde criança por amor a leitura e posteriormente na escrita inicialmente compilando ideias e assuntos de mistério que me interessavam até que por insatisfação com alguns filmes comecei a criar formas de histórias próprias e originais.
Por ter hábito de escrever desde adolescente quando no colegial escrevia para um jornal universitário tão logo se tornou uma habilidade que aos poucos entendidos que conhecia meu trabalho era de qualidade, de modo que passei a escrever compulsivamente., de 2008 à 2017 escrevendo cerca de 40 livros, de novelas, antologias e não ficção ainda que considere apenas a metade como meu melhor.
Mas tinha outras habilidades, normalmente visuais. Inicialmente eram os desenhos que logo chamavam atenção no colegial pela riqueza de detalhes e profundidade assim como por traduzir minha visão do que via com notável aproximação. Portanto segui o rumo do desenho artístico sendo posteriormente abandonado por um gradativo bloqueio de maneira que hoje essa habilidade visual volta-se mais para o design de capas de livros e logotipos e fotografia com que trabalhei por dois anos num evento cultural.
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| Laudo recebido em 2017. |
Mas se tinha vocações bem acima do normal minha coordenação típica disto é terrível. Sempre o último a ser chamado a jogar futebol e alvo de chacota dos colegas nunca tive a menor capacidade de conseguir dançar num dos sintomas mais berrantes do asperger que repercute até mesmo no simples fato de amarrar o sapato.
Porém, nunca tive tantos problemas ao toque, mas quando criança odiava e tinha nojo de ser beijado assim como pessoas que apertam, seguram e etc, ainda que a maior dificuldade seja manter um contato visual natural e espontâneo continuadamente. Quando me dei conta dessa dificuldade no final da adolescência - justamente quando comecei a desconfiar do que tinha - a situação piorou, forçar olhar para as pessoas em dados momentos era trágico levando-as a mil interpretações enganosas dessa fraqueza pessoal. Minha sensibilidade no olhar é tanta que muitas vezes o mero vento ou luminosidade me irrita me levando a fechar os olhos e lacrimejar, similarmente a poluição sonora.
Naturalmente que com o tempo vamos nos acostumando e mascarando melhor os sintomas, se ainda demoro um pouco para interpretar linguagem figuradas, hoje consigo eu mesmo faze-las ainda que eventualmente se torne evidente tal como ter sido conhecido por fazer "trocadilhos toscos" por confusões que tinha com nomes, como o ponto turístico do Rio "Pão de açúcar" que achava ser literalmente um grande pão de açúcar e por ai vai. Mas a partir disto na fase adulta desenvolvi uma curiosa dose de sarcasmo o que normalmente não é comum entre os que estão no espectro autista ainda que tenham alguns que conheço que o fazem. Há outros detalhes característicos como morder o lençol e roupa, normalmente quando estou deitado, assim como ter alguns tiques repetitivos o que é bem menos frequentes e não sei se tem relação.
Outro aspecto que acho interessante é uma compulsão que tenho por colecionar coisas o qual tive ou tenho foco. De figurinhas de chocolate surpresa, a selos, moedas, tazos, kinderovo e até mesmo fósseis, hoje tenho 130 livros (sendo que li mais de 250) e mais de 200 dvds de filmes originais.
Obviamente que a Síndrome de Aspeger me satisfaz no quesito intelectual (tenho QI de 130), ler e pesquisar as coisas que gosto assim como minhas vocações são prazeres de qualidade superior ao normal, mas pelo dano que tenho na vida sentimental e social, confesso que as vezes desejo trocar tudo por tê-las como qualquer pessoa, pois minhas vocações nunca me trouxeram dinheiro ou reconhecimento.
Hoje sinto-me muito a vontade entre pessoas que possuem iguais síndromes tanto que participo de grupos no whatsapp e facebook e considero os mais próximos de mim atualmente, pois tenho uma vida basicamente solitária e reclusa. Uma das minhas maiores lastimas é não ter tido diagnóstico ainda na infância, talvez minha vida seria muito melhor.
A lei 12.764 de 27 de dezembro dá amparo especial aos portadores de Síndrome de Asperger, para ler a lei na íntegra acesse aqui.
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domingo, 11 de junho de 2017
Receita Para ser um Idiota Escroque e Boçal
Nunca precisei faltar com a verdade para me colocar ou ser melhor que ninguém ao contrário de tolos ineptos que ignoram as capacidades alheias para suprir seu recalque incapaz de produzir o mesmo. Daí junta-se um mote de sofismas e demagogias persistentes, tritura junto com ofensas e pronto eles criam a ilusão infantil de que quem ofende e é detrator é melhor e maior, ainda que em fase de autoafirmação pré-adolescente, diga-se. A partir daí parte para bullying, violência simbólica, assédio moral e todo um dicionário do insociável imoral e antiético, ainda que se achem modernosos. O tom jocoso da arrogância sempre será o pejorativo, mas chamar alguém de burro, cão, ou qualquer coisa não prova sua inteligência, no máximo sua inadequação social e moral. Porcarias assim estão, no entanto, em voga quando deveriam estar no museu dos flagelos e horrores humanos.
Convenhamos ainda que alguns comportamentos se adequem a alguns por características comuns como a dos macacos bonobos não saio por ai gritando aos sete ventos que seriam essa coisa - mesmo que no caso deles mereçam. Abaixo separo a receita para quem quer ser um idiota supremo e absoluto:
- Omita as virtudes, qualidades e aptidões (talento) do alvo de desafeto, ódio ou recalque;
- Um dose de mentira, normalmente caluniosa, para desacreditar e atingir a moral e honra do indivíduo em questão;
- Usar de indiretas e fazer de tudo para que seja sempre o mais velado o possível;
- Apelar a sofismas, demagogias e falácias para justificar suas afirmações;
- Misture tudo e repita todo o procedimento a exaustão;
- Afaste a todos do sujeito em questão (isolamento);
- Para ficar pronto parte para violência simbólica e outras práticas comuns ao mesmo e pronto eis que o próprio emergiu como um escroque idiota!
Convenhamos ainda que alguns comportamentos se adequem a alguns por características comuns como a dos macacos bonobos não saio por ai gritando aos sete ventos que seriam essa coisa - mesmo que no caso deles mereçam. Abaixo separo a receita para quem quer ser um idiota supremo e absoluto:
- Omita as virtudes, qualidades e aptidões (talento) do alvo de desafeto, ódio ou recalque;
- Um dose de mentira, normalmente caluniosa, para desacreditar e atingir a moral e honra do indivíduo em questão;
- Usar de indiretas e fazer de tudo para que seja sempre o mais velado o possível;
- Apelar a sofismas, demagogias e falácias para justificar suas afirmações;
- Misture tudo e repita todo o procedimento a exaustão;
- Afaste a todos do sujeito em questão (isolamento);
- Para ficar pronto parte para violência simbólica e outras práticas comuns ao mesmo e pronto eis que o próprio emergiu como um escroque idiota!
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terça-feira, 30 de maio de 2017
O Fracasso do Socialismo é o Sucesso dos Abusos
O socialismo pode ter fracassado em tirar do rico pra dar o pobre, mas o capitalismo ao fazer o contrário é um sucesso absoluto, admito. Tira-se do pobre para dar ao rico e todos aplaudem, pois são os ricos quem dominam e estão no palco nesse show de mágica que é o capitalismo.
Isto se repete em macro escala tanto como no micro. Fico impressionado como alguns apenas nos usam como degrau para subir na
vida, ter oportunidades e uma vida sexual melhor que, paradoxalmente, a
minha. Percebemos o anti-progressismo quando nos usam para ter o que
não temos ou fazemos - e o que temos, tirar - a maneira mais viva de
propagar desigualdades, a definição mais perfeita de parasitismo social.
Quando dou uma ideia não aceitam, eles querem as ideias que não dou.
Essa gente sem luz própria, taco ou aptidão depende disso como ar que
respira pra ser alguém. Nojo da ralé que se faz elite assim.
Mas confesso que apesar de me afeiçoar a alguns ideais socialistas a redistribuição de renda do socialismo fora feito erradamente, não se deve tirar do rico para dar ao pobre, mas oferecer salários proporcionais ao trabalho, por exemplo: Enquanto um terceirizado ganha pouco e trabalha muito, o dono dessa empresa trabalha pouco e ganha muito quando deveria ser proporcional não somente a conhecimentos específicos e responsabilidades delegadas pelo cargo como da ação em si. Mas não é o que acontece em grandes empresas e é assim que é o capitalismo.
Mas o socialismo fracassou pois tentava acabar com determinado abuso ele mesmo o cometendo, enquanto uns tiram dos pobres, eles tiraram dos ricos. A ganância é o sentimento combustor da corrupção quando se deseja possuir mais do que produz, deveria ser crime, tirando a herança. Mas a humanidade sempre clamou a líderes na calamidade como a milagres na miséria.
Todos esperam a volta de Cristo, uns pra crucificar novamente e outros para adora-lo. Há uma sincronicidade intemporal de eventos não por menos perpetradas em personagens alheios como uma genuína manifestação do inconsciente coletivo. Podem se passar 2.000 anos e sempre haverão Judas e 'Pedros' a cada novo Cristo ou pseudo-cristo que surge. É a refeitura do Titanic com nova pintura para afundar da mesma maneira.
A diferença é circunstancial as classes sociais, os pobres querem que Ele multiplique o pouco em muito como fez com os peixes, os abastados querem que Ele multiplique o muito deles e mais ainda como um cofre de porquinho que só se lucra com ele sendo quebrado. Não, Jesus veio originalmente para os pobres, pois bode expiatório sempre será comum a isto, ao grupo de bodes, não de ovelhas. O fracasso do socialismo é como a morte de Cristo, só que moralmente.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Breve Discussão Sobre Corrupção Moral
Considero uma hipótese plausível ainda que apenas uma hipótese. Como havia proposto no meu livro de memórias e filosofia pessoal o uso semântico especificado do termo corrupção a esquemas de fraude parece apenas dissociar sua aplicação original, a famigerada corrupção moral, o qual o termo aplica-se a todos os aspectos da vida cotidiana. Mas ainda que muitos possam crer que esteja me referindo exclusivamente a seu uso bíblico e sua consequente aplicação as práticas sexuais o respaldo vai além dessa fonte indo até os sumérios o qual a exemplo do livro de Enki relaciona o aumento da prática exponencial com a gradual perversão da espécie humana, algo naturalmente percebido na mítica narrativa de Sodoma e Gomorra ainda que as mesmas escritas cuneiforme sumérias não relacionem tal cidade com essa prática.
Notadamente que pela psicologia o desejo desacerbado no ato sexual do coito conjectura uma doença viciante de modo demonstrado originalmente no termo 'tarado' e sabidamente levado a atos comprovadamente criminosos a exemplo do estupro. Mas não me refiro exclusivamente a esse ato, mas que a busca desacerbada por essa prática desenfreada leva as traições não somente entre casais a exemplo do conhecido adultério, mas traições de amizade.
Não conheço nenhum estudo antropológico, psicológico ou sociológico dessa prática mas afirmo com conhecimento de causa como a exemplo desses levam apenas a usar as pessoas a fim da busca insaciável por prazer num hedonismo que leva ao sofrimento de inúmeras pessoas. Com conhecimento de causa afirmo ter sido inúmeras vezes usado por alguns que inflamados por essa prática inúmeras vezes me traíram, humilharam e até mesmo ameaçaram minha vida ao se considerarem mais "humanos" do que eu, contraditoriamente, diria.
Sem citar nomes, mas mesmo parentes sugeriram me matar e mesmo alegaram se sentir forçados a dar um mero feliz aniversário no meu dia a demonstrar, normalmente nas entrelinhas, algum tipo de ódio como se estes estivessem certo ainda que tais atitudes socialmente condenáveis exponham o oposto ao exalar uma energia extremamente negativa. Se fosse algo bom, não faria mal, certo? Semanticamente não faz sentido!
Como reagir a esse irrefreável sexismo na perpetua excitação sexual? Ainda não sei, mas sobrevivo a ela, e só, pois não me deixam nada. Foram inúmeras as vezes que senti-me ameaçado e humilhado por esse comportamento antissocial irrefreável que me leva a crer ser o machismo pelo qual muitas feministas deveriam estar lutando. Convenhamos lugar de bonobo é na selva, pois estou mais pra Arara. Mas tem que ver (e sobreviver ao ato)!
Notadamente que pela psicologia o desejo desacerbado no ato sexual do coito conjectura uma doença viciante de modo demonstrado originalmente no termo 'tarado' e sabidamente levado a atos comprovadamente criminosos a exemplo do estupro. Mas não me refiro exclusivamente a esse ato, mas que a busca desacerbada por essa prática desenfreada leva as traições não somente entre casais a exemplo do conhecido adultério, mas traições de amizade.
Não conheço nenhum estudo antropológico, psicológico ou sociológico dessa prática mas afirmo com conhecimento de causa como a exemplo desses levam apenas a usar as pessoas a fim da busca insaciável por prazer num hedonismo que leva ao sofrimento de inúmeras pessoas. Com conhecimento de causa afirmo ter sido inúmeras vezes usado por alguns que inflamados por essa prática inúmeras vezes me traíram, humilharam e até mesmo ameaçaram minha vida ao se considerarem mais "humanos" do que eu, contraditoriamente, diria.
Sem citar nomes, mas mesmo parentes sugeriram me matar e mesmo alegaram se sentir forçados a dar um mero feliz aniversário no meu dia a demonstrar, normalmente nas entrelinhas, algum tipo de ódio como se estes estivessem certo ainda que tais atitudes socialmente condenáveis exponham o oposto ao exalar uma energia extremamente negativa. Se fosse algo bom, não faria mal, certo? Semanticamente não faz sentido!
Como reagir a esse irrefreável sexismo na perpetua excitação sexual? Ainda não sei, mas sobrevivo a ela, e só, pois não me deixam nada. Foram inúmeras as vezes que senti-me ameaçado e humilhado por esse comportamento antissocial irrefreável que me leva a crer ser o machismo pelo qual muitas feministas deveriam estar lutando. Convenhamos lugar de bonobo é na selva, pois estou mais pra Arara. Mas tem que ver (e sobreviver ao ato)!
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sábado, 6 de maio de 2017
Os limites da felicidade e dos círculos sociais
Sempre desconfio de quem afirma-se ser absolutamente feliz e que seja amigo de todos. Primeiro porque a felicidade em tempos líquidos é relativa, mas não obstante demonstra uma insensibilidade aos problemas sociais e econômicos que possam rodear-lhe. Quem ri de tudo é deficiente mental, a felicidade a quem é questionador e crítico apenas apresenta-se de modo parcial, pois, a menos que você seja um cego aos problemas do mundo, das desigualdades, pobreza, violência e todo tipo de maldade você certamente se afligirá por empatia ante os que padeçam tais problemas. Por isso aqueles os quais apresentam um grau de empatia com causas sociais - e mesmo ambientais - não é inteiramente feliz ainda que possa ser realizado na vida pessoal o que o coloca como um víeis ativista que certamente limitará seu número de amigos pois aqueles que se opõe as melhorias sociais serão seus adversários. E há muitos desses por egoismo ou não...
Nisso entra o aspecto de que aquele sujeito que se diz amigo de todos é no mínimo suspeito, pois o sendo significa que ele pouco faz socialmente numa letargia que por inércia torna-o amigo dos que se opõem a determinados tipos de ativismo. Ser ativista sempre incomodará os maus de modo que você nunca será amigo destes, pois tais amizades significam sacrificar a parcialidade e por concessões fazer alianças duvidosas a exemplo dos grandes poderosos. Uma pessoa de princípios e valores arraigados em causas sociais sempre terá muitos adversários. Por isso duvide de quem se diga muito feliz e amigo de todos, pode até ser sociável e educado, mas certamente não é confiável. Ou seja, os bons não são os mais felizes e muito menos os que mais tem amigos. A bondade altruísta representa os limites de sua felicidade e dos círculos sociais a medida em que o seja, quando não representa até mesmo uma declaração de guerra aos maus.
Porém, certamente este terá muitos seguidores que por identificação com suas causas e lutas determinará uma rede o qual lhe será extensão. Mas não seria melhor assim, ter mais qualidade do que quantidade?
Nisso entra o aspecto de que aquele sujeito que se diz amigo de todos é no mínimo suspeito, pois o sendo significa que ele pouco faz socialmente numa letargia que por inércia torna-o amigo dos que se opõem a determinados tipos de ativismo. Ser ativista sempre incomodará os maus de modo que você nunca será amigo destes, pois tais amizades significam sacrificar a parcialidade e por concessões fazer alianças duvidosas a exemplo dos grandes poderosos. Uma pessoa de princípios e valores arraigados em causas sociais sempre terá muitos adversários. Por isso duvide de quem se diga muito feliz e amigo de todos, pode até ser sociável e educado, mas certamente não é confiável. Ou seja, os bons não são os mais felizes e muito menos os que mais tem amigos. A bondade altruísta representa os limites de sua felicidade e dos círculos sociais a medida em que o seja, quando não representa até mesmo uma declaração de guerra aos maus.
Porém, certamente este terá muitos seguidores que por identificação com suas causas e lutas determinará uma rede o qual lhe será extensão. Mas não seria melhor assim, ter mais qualidade do que quantidade?
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Sexo e Comportamento
segunda-feira, 1 de maio de 2017
O Problema da Representatividade Brasileira
O povo brasileiro ainda que com uma memória seletiva e
letárgica é carente de representação de heróis pelo qual ao menos lhes dê a
esmola de esperança ante as angústias de uma realidade hostil e perpetrada de desigualdade e por
abusos de poder e corrupções em todas as esferas, e não somente políticas. E a
carência acaba sendo irmã da parcialidade.
Um dos expoentes disso é Aryton Senna, um homem que mesmo a
despeito de suas condições financeiras abastadas se tornou um vencedor nos
esportes pela determinação e honestidade. Mas nota-se que nos esportes aos
participantes é um importante mecanismo de inclusão e cidadania e por isso
defendo o mesmo em comunidades pobres. Mas quando o mesmo se torna alvo de
representações que efetivamente não traz melhorias a sociedade, afinal o pobre
continuará na pobreza, o marginalizado na marginalidade, os esportes tornam-se
um ópio de ilusões onde estes rejeitados da sociedade se projetam nele inconscientemente
como se a vitória dele significasse algo para si, mas não significa. Mas desde quando a vitória do Flamengo vai melhorar minha vida?
Herói é
quem salva vidas alheias, não a própria apenas, mas na ausência de um
representante político que realmente tenha a oportunidade de fazer algo para o
povo não faça, abraça-se quem não faz como representante. Alguém dos esportes representa o brasileiro porque os políticos que são pagos para isso não são capazes.
Mas não se trata de ser parcial, Ayrton era honesto e sabia
vencer sem necessitar humilhar e desdenhar de seus concorrentes de modo que o
exemplo ético fica, além de ter sim instituições de caridade (seja fachada ou
não). Porém, ainda que todo o culto em torno dele é um exagero indicando uma história
que ofusca a de outros brasileiros que sem dúvidas foram muito mais importantes
a exemplo de Rondon que desbravou, passou telégrafos pelo Brasil, estabeleceu
cidades, fronteiras e relações com índios até então desconhecidos. Mas a
história ainda que tenha lhe dado um estado com seu nome, não é ensinado nas
escolas com o mesmo peso de um Ayrton Senna. Por qual motivo?
Tudo porque limita-se aos resquícios do positivismo o qual a
história tem a predominância da perspectiva vigente, o famoso bordão: quem
vence escreve a história, muitas vezes subscrevendo a história de muitos que
sem igual reconhecimento padecem num ostracismo ou até mesmo pior a exemplo do
patrono de minha família no Brasil, Jorge Avilez que por estar no lado errado
da história ao obedecer os mandos de D.João ficou como vilão até mesmo difamado
na novela das seis da Globo, ainda que ele tenha até um museu em Portugal e
descendentes por lá o qual tenham similar reconhecimento nos setores que lhe apraz. A
história é o que a mídia relata condensadamente, a grosso modo, e quando ela
insiste na lavagem cerebral de que, muitas vezes, o oprimido é o vilão é assim
que fica numa história que nega em absoluto o quefazer análes que compreende a perceptiva não como uma verdade relativa, mas interpretação.
Nesse sentido poderia dizer que não sou tão diferente de um
Ayrton Senna ainda que longe de igual reconhecimento abertamente, mas que
sobretudo enquanto ele ia de helicóptero para uma das dez praias mais bonitas
do mundo, em Lopes Mendes, Ilha Grande, na costa verde do Rio, mas eu fui a pé. Por
isso ele está na história, mas eu não. Sobretudo, lugar de oprimido é servir o opressor, e não se aceita nada diferente disso. O que é verdadeiro incomoda, mas é a
mentira quem atrapalha.
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