terça-feira, 7 de abril de 2015

Vida e obra dos Pombos

A postagem é uma homenagem a esses seres o qual podemos estabelecer uma relação altamente social e dialógica de modo criteriosamente ético e moral. Seres enviados por Deus a trabalharem em nossa sociedade para nos tornamos pessoas mais felizes e realizadas respondendo anseios ancestrais de nossa existência no mundo.
Separo a seguir diversos momentos de sua vida e obra, esses seres majestosos que habitam nosso planeta de modo cordial, nobre, honrado e respeitoso. O mais impressionante nos pombos é seu poder de retórica e argumentação infalível, seguindo técnicas apuradas de silogismo e raciocínio lógico submetidos a fatos científicos que conseguem superar quaisquer embates e debates com o poder da palavra sempre provando-se certos sem escapismos a subjetivismos dissociativos ou falácias demagógicas. Construtores de um saber vital a humanidade, os pombos conseguem ser ótimos filósofos e verdadeiros gênios criativos na criação de obras imortais. Observem abaixo:

Pombo provando sua superioridade.


Pombo genial questionando minhas habilidades 
e inteligência com argumentos válidos e embasados.


Pombos provando como são 
amistosos e mais inteligentes.


Pombos provando como são românticos, cavalheiros  
e sabem viver em sociedade respeitando os
direitos e espaço alheio.


Higiene de Pombo só se completa com Cal.
Pombos estiveram aqui respeitando, minha família ,
propriedades e direitos.


Conselho secreto de pombos em reunião 
para planejar a dominação do mundo onde não
haverá mais peste, fome, pobreza e exclusão social,
matando os famintos, pobres e excluídos.

"Nunca discuta com um idiota. Ele te rebaixará até o nível dele e te vencerá por experiência."
Mark Taiwn

domingo, 5 de abril de 2015

Comentários de '50 Tons de Cinza'

Assisti a '50 Tons de Cinza' de teimosia, apenas para justificar minhas críticas sobre um tema que declina seriamente a inversão moral e de valores. Ao que falam da autora do livro me sugere ser de fato uma escritora medíocre e pau mandado assim como a submissa do filme, porém, já que não sou de lançar ofensas mas críticas construtivas respaldadas resolvi escrever esse texto sobre as ideias colocadas na adaptação do livro no cinema. Bom, considero-me progressista mas muito conservador no que se diz respeito a ética e valores da sociedade e família, ou seja, amo mudanças e desejo evolução, mas não uma involução do comportamento humano, e o tema do filme por si só causa uma certa repulsa, mas também curiosidade, assim como creio que moveu as massas para assisti-lo no cinema.
O grande problema do filme é justamente esse, como a curiosidade ingênua - a mesma que levou Adão e Eva provarem o fruto proibido no Éden - levou a uma menina virgem cruzar a linha da inocência a idiotice, tornando-a uma iludida antes e desiludida depois - ao menos o filme não tem vergonha de esconder isso no final.
A busca da mulher por um homem com dinheiro creio ter apenas uma relação de fascínio e necessidade biológica, pois no modo natural a fêmea procura um macho protetor e que realize a manutenção do lar que hoje se traduz financeiramente. A minha pergunta é se uma mulher estaria aberta a abrir mão da dignidade e dos valores em troca de um cartão de crédito sem limite, mas com uma vida vazia igualmente sem limite.
Um homem que alegadamente diz que não gosta de ser romântico parece moda, mas a maneira como conduz a jovem ao mau caminho é uma clara glamorizarão do sexo agressivo e violento, o conhecido sadomasoquismo quando ele deixa claro desde o inicio que gosta de sexo com força e não "fazer amor", o mais leva a uma camuflagem elegante do que é a perversão doentia o qual ao criar fantasias sexuais tão agressivas e de claro cunho ao estupro favoreça que tal ato se torne uma prática literal e não permissiva mutuamente. Natural que o homem soa muito lúcido ao negociar os pontos sexuais de modo quase ginecológico como enfiar a mão pela vagina - sim, a mão, não dedo - enquanto sabemos que na prática alguns estão longe de pedir consensualidade.
Assim os diálogos soam falsos ao aparentar uma domesticação dos instintos selvagens sexuais de um homem autoritário e predatório com história problemática em sua concepção a justificar sua visão deturpada e doentia da vida e principalmente do sexo em relação as mulheres. Não é melhor do que os homens que acusam ser machistas com suas mulheres por as querem como donas de casa.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Críticas ao Iluminismo

Ao ler o livro 'O Mundo de Sofia' noto que o autor limita-se a compilar apenas os conhecimentos surgidos pela filosofia. O mesmo sucede ao capítulo sobre o Iluminismo. Mas o que o Iluminismo fez de fato ao mundo?
Soubemos de uma revolução o qual matou milhares e milhares baseados no conceito de rebeldia a autoridade e supostamente lutando pelas famigeradas premissas de 'liberdade, igualdade e fraternidade'. Mas enquanto eles criticavam os dominantes da época hoje eles são incriticáveis, se antes eram rebeldes, hoje sua autoridade é inquestionável. Mas se estes diziam defender a liberdade de expressão, porque não posso ter voz na sociedade ou ter meus trabalhos reconhecidos? Se criaram os direitos humanos, onde estão eles afinal? O que a sociedade melhorou desde que eles criaram sua "revolução", quais verdades levaram afinal, de que "eu plagio do futuro?"
A verdadeira genialidade consiste em ter a visão do que nenhum outro viu no 'a vista de todos' e a idiotice de ver apenas seu desejo quando está apenas dentro de si mesmo. Mas para isso é preciso tirar não as lentes da razão "de Kant", mas do desejo e da vontade destituída do respeito. Os que enxergam apenas o próprio desejo, não a verdade, nunca será capaz de ter a visão da genialidade, nem o óbvio verão.
As respostas estão justamente nas lentes, lentes que não humanizam de modo que não se tem direitos humanos, lentes que dizem tratar dos direitos iguais a mulheres mas que os defensores do iluminismo amam '50 Tons de Cinza' pois suas lentes vêem assim!
Precisa-se revolucionar o conceito de revolução, de reformar a ideia de luz, propor uma luz que realmente revele, esclareça, que acalente anseios fomente respostas. O homem não deve ser a medida do que vê, pois transformar o conhecimento e as ideias somente é possível pela crítica, inclusive auto-criticar-se.Combater a extinção da classe média pois sua inexistência é o abismo entre a alta e a baixa quando somente a média deveria existir.
A verdade é que o iluminismo teve seu tempo, sua chance, mas como um defunto vive a nos assombrar a naufragar vidas e ideologias por serem melhores do que as deles, espero que não me matem por tais palavras pois apenas quero ter direitos humanos, liberdade de expressão e direitos iguais para as mulheres!
O iluminismo serve apenas a si mesmo, pois são os únicos a ter liberdade de expressão reconhecido e direitos humanos e mesmo que inúmeros acadêmicos se ponham a crítica-lo afunda-se mas deseja me levar junto, se tornou arrogante pois até aqui o único conceito prático a todos que criou de fato é das "plataformas políticas" o qual o "político" apenas propõe ideias maravilhosas que nunca acontecerão, disso conhecemos de Hitler e Stalin a história está farta. Tudo nunca passou de discurso numa sociedade alegadamente decadente em seus valores e ética pois no mais apenas a enciclopédia nos serviu, isto é, caso não tenha conhecimentos adulterados.
Obrigado iluminismo, hoje sou um "cão excluído e no ostracismo a afundar por falta de oportunidades em seu humanismo".

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Editorial

Os exemplos práticos são melhores que qualquer argumento de palavras, seus comportamentos e decisões falam mais que seus discursos. Assim a tentativa enganar soa como o último suspiro da ignorância promovendo um arcabouço, um ardil travestido como soluções. Mas no arsenal do psicopata que é ilusão o espelho que nunca enxerga defeitos e falhas em si próprio, elimina a baixa auto-estima por um ego maior do que os frutos, porém, o maior pesadelo desse algoz e sofrer o próprio ataque, provar o próprio veneno. O que se paga com esse espelho é que os ignorantes de seus próprios defeitos não os permitem, jamais, chegarem perto da perfeição. Me orgulho não nas qualidades, mas nos defeitos que reconheço e quero aprimorar, pois vergonha não é pecar, mas fingir-se de santo. Acho mais patético ditadores que se dizem eleitos com 100% dos votos do que alguém que reconhece ter falhado em suas contagens.

O que quero dizer é que independente do que furtem de mim, mesmo discursos delirantes pois inventar o que quiser ao gosto próprio, mas não estou dando. Ainda que digam que eu disse que pode saquear tudo que é meu e eu pedi sem ironias para ser estuprado e morto, posar ao lado de meus livros não lhes faz autor, isso é algo que nem uma doação pode mudar e a verdade apenas enganar.
A medida que se reafirma a qualidade de meu trabalho solitário feito com lágrimas e suor, os que não são capazes de vencer pela ética, moralidade e lei limitam-se tenta-lo pela exaustão.

Confunde-se determinação com teimosia obstinada no fútil, esmurrar a próprio punho concreto não prova seu valor, mas apenas a idiotice de quem acha que pode destruir a verdade com o engano.
Me parece, porém, que a medida de minhas habilidades, dons e vocações são a medida proporcional de vossa ganância, inveja e incapacidade moral, pois quem não está incomodado não tenta de modo insano atrapalhar, anular e destruir aquele através do qual insistentemente tenta oferecer a lavagem cerebral de que não é importante.

Como disse as atitudes falam mais que discursos, talvez Cazuza esteja certo: "Suas ideias não corresponde aos fatos, o tempo não para!!"

Quando prospero em deterinados assuntos, alguns se interessam pelo mesmo assunto, mas apenas para monopolizar se possível o que descubro, deduzo, crio e produzo, são como cães demarcado um local que desejam dominar.

Para quem quiser conhecer melhor meu trabalho visitem: http://gersonavillez.blogspot.com

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

'Meu Credo' por Albert Einstein

Abaixo uma mensagem escrita por Albert Einstein sobre suas convicções e credos. O texto de uma carta mostra que Einstein era o tipo de cara o qual qualquer coisa dita ou escrita vale ser lida ou ouvida para reflexão. Não é incomum observar suas posições e predileções como padrões de uma inteligência plenamente evoluída a exemplo de características do pacifismo, do não materialismo e em prol da inclusão social. Einstein somente era apegado a verdade e sua busca legítima.

“Meu Credo
É uma bênção especial pertencer entre aqueles que podem dedicar suas melhores energias para a contemplação e exploração de coisas objetivas e atemporais. Quão feliz e grato eu sou por ter recebido essa bênção, que dá um grande grau de independência em relação ao destino pessoal de alguém e a atitude de seus contemporâneos. No entanto, essa independência não deve nos habituar à consciência dos deveres que constantemente nos prendem ao passado, presente e futuro da humanidade em geral.
Nossa situação na terra parece estranha. Cada um de nós aparece aqui, involuntariamente e sem ser convidado, para uma estadia curta, sem saber o porquê e para quê. Em nossa vida diária sentimos apenas que o homem está aqui para o bem dos outros, para aqueles a quem amamos e por muitos outros seres cujo destino está ligado com o nosso. Muitas vezes me perturba a ideia de que a minha vida é baseada em grande parte no trabalho dos meus companheiros seres humanos, e estou ciente da minha grande dívida para com eles.
Eu não acredito no livre-arbítrio. Palavras de Schopenhauer: “O homem pode fazer o que quer, mas não pode querer o que quer”, me acompanham em todas as situações ao longo de minha vida e me reconciliam com as ações dos outros, mesmo que elas sejam bastante dolorosas para mim. Esta consciência da falta de livre arbítrio me impede de levar a mim mesmo e aos meus colegas muito a sério como indivíduos de ação e decisão, e de perder o meu temperamento.
Eu nunca cobicei riqueza e luxo e até mesmo os desprezo de certa forma. Minha paixão pela justiça social muitas vezes me levou a um conflito com as pessoas, assim como a minha aversão a qualquer obrigação e dependência que eu não considero absolutamente necessárias. Eu tenho um grande respeito pelo indivíduo e uma aversão insuperável pela violência e o fanatismo. Todos estes motivos me fizeram um pacifista apaixonado e antimilitarista. Sou contra qualquer chauvinismo, mesmo sob o disfarce de mero patriotismo.
Privilégios com base na posição e propriedade sempre me pareceram injustos e perniciosos, assim como qualquer culto exagerado à personalidade. Eu sou um adepto do ideal da democracia, embora eu saiba bem as fraquezas da forma democrática de governo. A igualdade social e a proteção econômica do indivíduo sempre me pareceram os objetivos comuns importantes do estado.
Embora eu seja um solitário típico na vida diária, a minha consciência de pertencer à comunidade invisível daqueles que lutam pela verdade, beleza e justiça me impede de me sentir isolado.
A experiência mais bela e mais profunda que um homem pode ter é o sentido do mistério. É o princípio fundamental da religião, bem como de todo esforço sério na arte e na ciência. Aquele que nunca teve essa experiência parece-me que, se não está morto, então, está pelo menos cego.
Perceber que por trás de tudo o que pode ser experimentado há uma coisa que a nossa mente não pode compreender, cuja beleza e magnificência nos alcança apenas indiretamente: isso é religiosidade. Neste sentido, sou religioso. Para mim, basta questionar estes segredos e tentar humildemente entender com a minha mente uma mera imagem da estrutura elevada de tudo que existe”. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Comentários de '1984' de George Orwell

"O Progresso, no nosso mundo, será o progresso da dor."
George Orwell - 1984 - P.310

O clássico livro de 1949 apesar de datado a um então 1984 continua atual como nunca, ainda que as previsões não tenha se concretizado. Não se concretizaram? As assustadora as descrições do autor, parece que ele tenha roubado um manual dos tiranos ou seja um profeta, pois confere mais acertos que a Mãe Dinah às inúmeras ditaduras como da Coreia do norte atualmente, e mesmo o modus operandi de alguma seita ou sociedade secreta de moral duvidosa.

"Sabemos que ninguém toma o poder com o objetivo de abandona-lo. Poder não é um meio, mas um fim. Não se estabelece uma ditadura para proteger uma revolução. faz-se a revolução para instalar a ditadura."
George Orwell - 1984 - Página 308

George Orwell - pseudônimo de Eric Arthur Blair - fez história - e talvez a tenha alterado - com o livro de modo que estados de vigilância profeticamente preditos por ele são remetidos ao termo 'orwelliano' em alusão ao Big Brother, o mesmo do programa televisivo de moral decadente. Natural que o estado de vigilância por câmeras é apenas uma fracção de sua predileção pois o voyeurismo governamental alcançou novas proporções com os escândalos da NSA e Echelon, por exemplo. Emails invadidos, internet espionada nada é seguro pois comprovou-se ser uma vigilância não para nossa segurança, mas para informação deles.

"No futuro não haverá esposas ou amigos, e as crianças serão separadas das mães no momento do nascimento, assim como se tira os ovos das galinhas. (...) O único riso será o do triunfo sobre o inimigo derrotado. Não haverá arte, nem literatura, nem ciência. (...) sempre a cada momento, haverá a excitação da vitória, a sensação de pisotear o inimigo indefeso. (...) os inimigos da sociedade estarão sempre ali para serem derrotados e humilhados o tempo todo."
Página 312 - Smith sob a tutela de O'Brien durante uma sessão de tortura

Nota-se uma destilação de um extrato, suco da mais pura maldade personificada na sessão de tortura de Winston Smith. Algo que beira a demência sistemática e inominável de tão cruel e visceral. Visivelmente inspirou alguma coisa de Matrix. Parece o procedimento monarca a transforma-lo numa borboleta com aspirações em 'V For Vedetta' o qual a intensão é nada menos que remodelar o conceito de sanidade e realidade. Compreensível porque esse livro seja tão importante.

"Só a mente disciplinada enxerga a verdade, Winston. Você acha que a realidade é uma coisa objetiva, externa, algo que existe por conta própria. Também acredita que a natureza da realidade é autoevidente. Quando se deixa levar pela ilusão de vê alguma coisa, supõe que todos os outros veem o mesmo que você. Mas eu lhe garanto, Winston, a realidade não é externa. A realidade existe na mente humana e em nenhum outro lugar. Não na mente individual, que está sujeita a erros e que, de toda maneira logo perece. A realidade existe apenas na mente do Partido, que é coletiva e imortal. Tudo que o partido reconhece como verdade é a verdade. É impossível ver a realidade se não for pelos olhos do Partido."
P.292

Sobretudo a ideia não é somente a falsificação orwelliana da realidade e da verdade o qual mesmo pessoas são 'vaporizadas' - são tornadas em nada ao terem a vida deletada e quaisquer registros ou outras delas -, mas a cristalização da hipocrisia através do 'duplipensamento' em função da prática da contradição em detrimento da ilusão. Não obstante, porque a abstinência da verdade definha a moral por uma alienação completa e irreversível pela institucionalização do cinismo hipócrita: faça a maldade e seja conhecido pela bondade quando a exemplo do contrassenso da criação de um inimigo para massacra-lo e a prática da luta contra o opressor por métodos opressores é a capitulação da moral.
De todas as criaturas somente a figura genuinamente humana luta pela verdade, de modo que seu oposto denota um afastamento de sua essência e cerne filosófica. A dissonância cognitiva somente é permissiva - em alguns graus - como verdade a area da mecânica quântica e conveniente apenas ao multiverso.
Construindo os preceitos até mesmo de numa nova língua que busque limitar o pensamento, a 'novafala', Orwell conseguiu feitos até então possíveis apenas por um Tolkien. Com o livro, uma espécie de exercício literário de um ensaio sob forma de ficção Orwell teria provado que é possível aprender história antes dela acontecer, mas já está acontecendo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Decodificando 'Exodus'

'Exodus' como esperava faz uma certa confusão gnóstica de modo que sempre fica um pouco difícil compreender exatamente o que se diz além de mostrar algo que na realidade é completamente diferente. Porém, os egípcios são retratados fielmente aos que se dizem seus herdeiros esotéricos e espirituais hoje, escravizadores cruéis, facínoras que subjugam e matam famílias massacradas.
Todavia ainda que aquém de ser um dos melhores filmes de Ridley Scott várias alusões a filmes anteriores dele são colocadas, especificamente 'Gladiador'. Mas uma vez que esse texto não se trata de uma crítica técnica ao filme em si, mas uma tentativa de decifrar os códigos e erros bíblicos, vamos ao assunto.
Há várias falhas na adaptação da história bíblica para a tela, alguns sutis como a ida de Moisés ao deserto ter sido na verdade por uma fuga ao matar um egípcio que torturava um hebreu, à erros mais grosseiros como retratar Deus como uma criança, quando na realidade somente apareceu de relance ao estadista fundador de Israel como nação. Outro ponto a ser observado é como a declinação dos filmes bíblicos de Hollywood é mostra-los como explicáveis a ciência humana enquanto filmes de magia, sim, os que tem magos e bruxos, seus encantamentos e feitiçarias são milagrosas e sem explicação como em filmes de fantasia. Por que, uma vez que na realidade é exatamente o oposto? Certamente o longa de animação 'O Príncipe do Egito' retrata com mais fidelidade a história bíblica.
Todavia de alguns trechos da trilha sonora a momentos da película parecem remeter ao filme 'Prometheus', outro longa de Scott o qual diz que a origem do ser humano fora por 'deuses' alienígenas. Isso fica claro quando o 'menino-deus' parece montar uma piramide com seus dedinhos, aludindo ao livro 'Digitais dos Deuses' o qual diz que a construção das piramides - e outros monumentos e cidades - fora por uma civilização anterior ao homem moderno.
Um outro aspecto gnóstico intrigante colocado no longa seria quanto ao filho de Moisés, Gerson. Num momento é aludido claramente ao "menino-deus" ao montar a piramide com pedrinhas, e após, Moisés pede para olha-lo nos olhos - pois assim ele diz que pode conhecer muito sobre uma pessoa -, não o fazendo o que subentende que Moisés, conforme dito anteriormente, não poderia conhecer sobre ele. Deus estaria no corpo de Gerson? Não sou Deus! rs
Poderia interpretar ainda outro aspecto que parece ter ficado implícito, a relação do tempo colocado metaforicamente pelo signo das águas por sua fluidez e ondularidade, esse conhecimento de Moisés teria sido aprendido com Gerson e Zípora que não eram hebreus, mas especulo terem sido herdeiros originais de Seth, tanto que assim Moisés o teria relacionado posteriormente no livro de Gênesis sobre a fundação do universo - leiam o primeiro capítulo do livro. A relação das águas fica várias vezes implícito na película, mas as poucas vezes que é mencionado abertamente como 'tempo' parece ser um ato punível!
Porém, um adendo do autor, não é um conhecimento esotérico para ter sua verdade detida em injustiça por aqueles que cobram pedágio dos que a aprende e escravidão de quem produz enquanto se exibem com o que não criaram ou descobriram, pois é um argumento filosófico - não esotérico - o qual compartilho e pode ser pesquisado em sua totalidade no blog Filoversismo & Paradoxos: http://filoversismo.blogspot.com
Creio numa visão codificada apenas em tempos remotos por motivos similares ao da perseguição (para não sofre-la) assim como a dos construtores do mundo a exemplo de 'As Digitais dos Deuses'. Mas no caso deles a codificação esotérica é pra sofrer mesmo, pois são usurpadores, e qual bandido agracia quem a criou ou descobriu? Não é o caso do filme, claro. rs
Porém, uma frase que marcou a película certamente é uma verdade inquestionável dita pelo faraó pai de Ransey e aplicável a estes: "Os que são melhores para conquistar o poder, não são os melhores para exercê-lo."
Vemos isso hoje na prática!

Deixo-os com os dez mandamentos de Moisés:
1 - Amar a Deus sobre todas as coisas.
2 - Não tomar seu santo nome em vão.
3 - Guardar domingos e festas de guarda
4 - Honrar Pai e Mãe.
5 - Não matar
6 - Não pecar contra a castidade
7 - Não roubar
8 - Não levantar falso testemunho
9 - Não desejar a mulher do próximo
10 - Não cobiçar as coisas alheias