Baseado numa lista de seriados prediletos que reuni ao logo dos anos separo abaixo a lista das melhores séries de todos os tempos segundo meu gosto. A lista se encontra em ordem de importância ainda que ela pode ser relativa assim como o gosto em si.
1 - Lost
2 - Breaking Bad
3 - Arquivo X
4 - Flashfoward
5 - Guerra dos Tronos
6 - Heroes
7 - Black Mirror
8 - Westworld
9 - The Expanse
10 - Jornada nas Estrelas - A Nova geração
11 - Star Trek - Enterprise
12 - Alias
13 - ER
14 - 24 Horas
15 - Stranger Things
16 - Orphan Black
17 - American Horror Story
18 - Da Vinci Demons
19 - Sense 8
20 - Narcos
21 - Demolidor
22 - The Knick
23 - Millenniun
24 - Chapolin
25 - The Americans
26 - CSI, CSI Miami, CSI NY e CSI Cyber
27 - Mr.Robot
28 - The O.C.
29 - The Walking Dead
30 - Homeland
31 - The Shield
32 - Cosmos
33 - Fear Of the walking Dead
34 - Better Call Saul
35 - 11.22.63
36 - Fringe
37 - The Dead Zone
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
As 37 Melhores Séries de Todos os Tempos
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Crise Carcerária no Brasil
Hoje ao assistir uma discussão de primeira importância no Brasil, sobre a crise carcerária a conclusão primeira que se chega é a mais óbvia, não existe uma solução imediata para o problema. Mas alegar que deve reduzir os privilégios de quem tem ensino superior é um equivoco que iguala o sistema carcerário por baixo. Um sistema falido que não regenera, não ressocializa, onde os poucos que não reincidem é porque tiveram a cabeça firme do que a realidade que vivenciam.
A verdade é que o problema carcerário no Brasil é um problema da sociedade, pois a sociedade favorece a criminalidade - quer este tenha predisposição ou não - e as prisões apenas confirmam ao invés de corrigir. O problema é educacional pois temos uma cultura de malandragem não de educação.
Hoje não é difícil acesso a educação, isso é uma falácia, com o Enem, Prouni, Sissu e Fies o acesso é garantido, pois a universidade é universal. O Mec oferece sites com apostilas de estudos, vídeos e até mesmo programas de televisão, o problema é que não existe o hábito e interesse de estudar na maioria dos casos.
Tem que elevar o nível nas prisões, não diminuir de quem tem os estudos valorizados, mas pelo contrário, valorizar o detento que estude nas cadeias. Por falta de escolas, as prisões deveriam ser escolas de cidadania, não do crime, pois muitos já veem as escolas como prisão.
Sei o que falo pois sou graduando de pedagogia, eu estudo a educação. Estatisticamente a maioria dos que cometem crimes de violência possuem baixa instrução ou nenhuma, enquanto os que tem ensino superior normalmente cometem crimes de fraude e corrupção, e em menor escala.
Seria preciso sim separar o detento por tipificação de crime, os delitos leves dos delitos graves, os psicopatas dos que possuem uma consciência e capacidade de remorso. Tem que aliviar a pena pela educação, dos detentos que estudam e tem boas notas como os que tem bom comportamento pois a sociedade e o sistema tem que mostrar que valoriza a cidadania e educação, não a malandragem.
A verdade é que o problema carcerário no Brasil é um problema da sociedade, pois a sociedade favorece a criminalidade - quer este tenha predisposição ou não - e as prisões apenas confirmam ao invés de corrigir. O problema é educacional pois temos uma cultura de malandragem não de educação.
Hoje não é difícil acesso a educação, isso é uma falácia, com o Enem, Prouni, Sissu e Fies o acesso é garantido, pois a universidade é universal. O Mec oferece sites com apostilas de estudos, vídeos e até mesmo programas de televisão, o problema é que não existe o hábito e interesse de estudar na maioria dos casos.
Tem que elevar o nível nas prisões, não diminuir de quem tem os estudos valorizados, mas pelo contrário, valorizar o detento que estude nas cadeias. Por falta de escolas, as prisões deveriam ser escolas de cidadania, não do crime, pois muitos já veem as escolas como prisão.
Sei o que falo pois sou graduando de pedagogia, eu estudo a educação. Estatisticamente a maioria dos que cometem crimes de violência possuem baixa instrução ou nenhuma, enquanto os que tem ensino superior normalmente cometem crimes de fraude e corrupção, e em menor escala.
Seria preciso sim separar o detento por tipificação de crime, os delitos leves dos delitos graves, os psicopatas dos que possuem uma consciência e capacidade de remorso. Tem que aliviar a pena pela educação, dos detentos que estudam e tem boas notas como os que tem bom comportamento pois a sociedade e o sistema tem que mostrar que valoriza a cidadania e educação, não a malandragem.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Diário Azul - Janeiro de 2017
A partir desse ano pretendo escrever um breve diário de minha vida, algo sem muitos detalhes do cotidiano como endereços e afins, mas para compartilhas o que vivo e penso - algo que tentei com meu livro 'Memórias de um Ilustre Desconhecido'. Começo por hoje sobre esse começo de ano, e farei isso uma vez ao mês.
Apesar das notícias no Brasil e no mundo não serem das melhores para o começo do ano - atentados terroristas na virada de ano em outros países e massacre nas prisões brasileiras - tive bons sinais para começo de ano, tendo mais um conto meu aprovado para publicação numa revista digital, logo de cara (o segundo conto emplacado nessa publicação dentre 212 concorrentes).
O conto em questão é 'O Bruxo, o Diabo e a Permissão do Deus Todo Poderoso', um conto de horror com ares góticos que remete a uma de minhas maiores inspirações, H.P.Lovecradft. O conto sairá no final de janeiro. O título é uma alusão ao infame livro 'Martelo das Feiticeiras', livro de não ficção católico que era uma espécie de manual para a Inquisição, auxiliando a identificação e a inquirir bruxas potenciais.
Ainda não iniciei meus trabalhos literários por este ano, limitando-me apenas a fazer acréscimos especialmente no meu livro mais autobiográfico, 'Memórias de um Ilustre Desconhecido' e algumas inclusões de citações no meu 'Criptohistória' assinado sob o pseudônimo de Apocon Keystone.
Ao retornar para Araruama, na casa de meu pai, pude ficar um pouco com meu irmão que fará dez anos em março e aproveitei a oportunidade para pegar as compras (brindes de programas de pesquisa virtual) que estavam na casa dele, um pen drive de 32 gigas o que me dará a oportunidade de a partir da presente data gravar todos os downloads de filmes e séries para assistir - assim como backups de coletâneas e pessoais - não deixando nada a não ser o muito pesado no notebook, peguei também meus blurays totalizando uma pequena coleção de 12 filmes quando se quer ainda tenho o player - continuo sem ter assistido ainda nenhum.
Após pegar uma chuva no dia de hoje, fui a faculdade atolado de bagagens para cumprir meus deveres acadêmicos e seguir para São Gonçalo.Obtive aparente êxito ao entregar a pasta de estágio que estava atrasada desde o fim do ano passado, e uma vez renovada a matrícula no penúltimo período da faculdade pedagogia resta-me tentar aproveitar o restante das férias até o começo das aulas no dia 6 de fevereiro. Porém, a grande preocupação é a mesma que ronda minha vida há mais de um ano, ajudar minha mãe se mudar de onde mora atualmente, em São Gonçalo. Um lugar bastante perigoso por ser domínio de facções criminosas.
Fico decepcionado com esses corretores, a cada casa decente que encontramos parece que esses tem má vontade em atender, somem, não respondem mensagens, não retornam ligações e sempre dizem que não podem mostrar a casa. A incompetência é generalizada pelo jeito, estamos há meses pesquisando algo e sempre que achamos é isso. Chega ser antiética a falta de compromisso pois se quer se justificam coerentemente. Esses corretores de imóveis são como corretores ortográficos, sempre inconvenientes. Sinceramente estou indignado.
Apesar das notícias no Brasil e no mundo não serem das melhores para o começo do ano - atentados terroristas na virada de ano em outros países e massacre nas prisões brasileiras - tive bons sinais para começo de ano, tendo mais um conto meu aprovado para publicação numa revista digital, logo de cara (o segundo conto emplacado nessa publicação dentre 212 concorrentes).
O conto em questão é 'O Bruxo, o Diabo e a Permissão do Deus Todo Poderoso', um conto de horror com ares góticos que remete a uma de minhas maiores inspirações, H.P.Lovecradft. O conto sairá no final de janeiro. O título é uma alusão ao infame livro 'Martelo das Feiticeiras', livro de não ficção católico que era uma espécie de manual para a Inquisição, auxiliando a identificação e a inquirir bruxas potenciais.
Ainda não iniciei meus trabalhos literários por este ano, limitando-me apenas a fazer acréscimos especialmente no meu livro mais autobiográfico, 'Memórias de um Ilustre Desconhecido' e algumas inclusões de citações no meu 'Criptohistória' assinado sob o pseudônimo de Apocon Keystone.
Ao retornar para Araruama, na casa de meu pai, pude ficar um pouco com meu irmão que fará dez anos em março e aproveitei a oportunidade para pegar as compras (brindes de programas de pesquisa virtual) que estavam na casa dele, um pen drive de 32 gigas o que me dará a oportunidade de a partir da presente data gravar todos os downloads de filmes e séries para assistir - assim como backups de coletâneas e pessoais - não deixando nada a não ser o muito pesado no notebook, peguei também meus blurays totalizando uma pequena coleção de 12 filmes quando se quer ainda tenho o player - continuo sem ter assistido ainda nenhum.
Após pegar uma chuva no dia de hoje, fui a faculdade atolado de bagagens para cumprir meus deveres acadêmicos e seguir para São Gonçalo.Obtive aparente êxito ao entregar a pasta de estágio que estava atrasada desde o fim do ano passado, e uma vez renovada a matrícula no penúltimo período da faculdade pedagogia resta-me tentar aproveitar o restante das férias até o começo das aulas no dia 6 de fevereiro. Porém, a grande preocupação é a mesma que ronda minha vida há mais de um ano, ajudar minha mãe se mudar de onde mora atualmente, em São Gonçalo. Um lugar bastante perigoso por ser domínio de facções criminosas.
Fico decepcionado com esses corretores, a cada casa decente que encontramos parece que esses tem má vontade em atender, somem, não respondem mensagens, não retornam ligações e sempre dizem que não podem mostrar a casa. A incompetência é generalizada pelo jeito, estamos há meses pesquisando algo e sempre que achamos é isso. Chega ser antiética a falta de compromisso pois se quer se justificam coerentemente. Esses corretores de imóveis são como corretores ortográficos, sempre inconvenientes. Sinceramente estou indignado.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
ATENÇÃO: Minhas previsões para 2017
Uma vez comprovado meus dotes mediúnicos em vista os inefáveis e detalhados plágios do futuro de obras ainda não escritas no que chamo de 'pré-antiética' (algo a se confirmar quando estes finalmente escreverem tais obras comprovando que eu plagiei mediunicamente deles). Ao levantar o dedo embebido em minha saliva ante o vento percebo o refluxo do ar a indicar tendências futuras ante a formação peculiar de minha coleção de chapinhas de refrigerantes jogadas ao chão pelo acaso. O que elas dizem?
2017 será um ano intenso não somente por continuidade de um ano de grandes acontecimentos e crises mas que pela inexorável soma de eventos cumulativos do qual o futuro deriva levará a uma continuidade da crise econômica no Brasil com mais escândalos de corrupção desvelados pela Operação Lava jato. Haverá uma grande surpresa no plano da política nacional, vide presidência da república, e no exterior Trump começará seu mandato com grandes e polêmicas decisões.
Um antigo boçal irá falar para mim em algum momento: acabou! No futebol alguns times irão para a série B e outros conseguirão subir, algumas celebridades importantes, não somente nacionais como internacionais, irão morrer e outras irão nascer sem que o mundo se dê conta disto.
O asteroide vai passar perto de colidir com a Terra e haverão outros bólidos menores que serão filmados em sua queda. Haverá uma grande terremoto vitimado um grande número de pessoas, mas não no Brasil. Um avião vai cair, no Brasil e no exterior, matando muitos mas um deles com sobreviventes.
No dia primeiro de abril muitos mentirão, haverá páscoa, natal e festa de são João e o Brasil não vai levar o Oscar novamente. Como de praxe dia 31 de fevereiro irei me travestir de mulher e distribuírem todos meus pertences e propriedades imateriais a abastados inaptos sem criatividade. Isso é o que diz minhas chapinhas até jogar minhas bolas de gude em meio a elas formando a palavras 'freedom' indicando claramente que será um ano de realizações e do fim de alguns conflitos como da Síria. Porém, alguns outros conflitos estarão na eminência de ocorrer devido incidentes diplomáticos.
Mais uma vez estarei na eminência de quase provocar o apocalipse com as minhas ideias sem noção de querer que pratiquem a ética, a moral e os bons costumes em minha história, pois minhas chapinhas em meio as bolas de gude dizem que o apocalipse será provocado por uma inabalável onda de ética e bons costumes que levará as pessoas não querem mais cometer crimes como plágios, estupros e rapina, guerras e mortes, sobretudo afirmando que tenho direitos individuais iguais, será o fim!
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Variedades
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Crítica de 'A Chegada'
O começo remete ao filme 'Esfera' do livro de Michael Chrinton, 'A Chegada' (Arrival) tem começo criando um tom de urgência a narrativa, ainda que esse clima não atrapalhe o tom vagaroso que remete a fase dourada de Night Shyamalan, inclusive na trilha sonora normalmente minimalista. Acredito que isso não seja por acaso, pois o longa mescla elementos de 'Sinais' de forma melhorada ao próprio filme ao propor uma discussão muito mais reflexiva e profunda sobre a importância do dialogo através de uma comunicação delimitada pela língua. Lá estão fatos que são comuns a história humana de como ambiguidades inerentes a língua criam incertezas que declinam ao conflito. A discussão sobre a linguagem é o tema central utilizando-se dos personagens alienígenas como condutor a essa narrativa que também tem elementos de flashback/flashfoward de LOST. Desde a Babel bíblica a confusão de línguas que levou ao desentendimento observamos como a linguagem é utilizada como forma de delinear o pensamento, nestes casos de modo não linear, algo que acredito e predisse em meu livro de memórias assim como George Orwell enfatizou em seu '1984'.
Se a linguagem influi nas ações elas podem perfeitamente influir no pensamento que o precede. Ainda que a história não seja das mais originais o tema fluí com desdobramentos surpreendentes tornando o longa um exemplar dignificante ao gênero ficção científica que frequentemente é tão vítima de preconceitos. A abordagem séria do longa emerge numa trama complexa com discussões sobre a importância de nossa linguagem e de como ela pode alterar a percepção dos eventos. Mesmo em seu começo uma breve discussão elevada pela Dra.Louise sobre a língua portuguesa o que provoca uma identificação ainda mais emocional com o longa tornando este filme um raro exemplar de qualidade do gênero.
A interpretação de Amy Adams é destaque ainda que os demais atores do elenco não façam feio como Forest Whitaker e Jeremy Renner, a fotografia é belíssima ao focar-se no clima de suspense o qual a edição parece mesclar elementos igualmente não linear mas que se forem explicados aqui entregarei importantes spoliers.
Se a linguagem influi nas ações elas podem perfeitamente influir no pensamento que o precede. Ainda que a história não seja das mais originais o tema fluí com desdobramentos surpreendentes tornando o longa um exemplar dignificante ao gênero ficção científica que frequentemente é tão vítima de preconceitos. A abordagem séria do longa emerge numa trama complexa com discussões sobre a importância de nossa linguagem e de como ela pode alterar a percepção dos eventos. Mesmo em seu começo uma breve discussão elevada pela Dra.Louise sobre a língua portuguesa o que provoca uma identificação ainda mais emocional com o longa tornando este filme um raro exemplar de qualidade do gênero.
A interpretação de Amy Adams é destaque ainda que os demais atores do elenco não façam feio como Forest Whitaker e Jeremy Renner, a fotografia é belíssima ao focar-se no clima de suspense o qual a edição parece mesclar elementos igualmente não linear mas que se forem explicados aqui entregarei importantes spoliers.
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sábado, 3 de dezembro de 2016
Minha Retrospectiva 2016
Bom, esse 2016 perdi a conta de quantos livro li a todo, creio terem sido em torno de 25 a 30 o que fora muito enriquecedor ainda que poderia ter dado um jeito de ler mais. Porém, tirando uns dois livros não houve nada que considerasse revolucionário ao meu saber como 'O Império Perdido de Atlântida' de Gavnin Menzies.
Literariamente fora um ano rico tendo duas de minhas melhores obras literárias feitas e finalizadas nesse ano, a antologia de ficção científica 'Todas Formas de Sonhar' e o livro mais autobiográfico e de não ficção 'Memórias de Um Ilustre Desconhecido'. Apesar deste último provavelmente ganhar uma nova edição com atualizações (e um capítulo a mais), normalmente não costumo mexer nas minhas obras após serem finalizadas, a menos que seja para correções ortográficas, gramaticais e de pontuação.
Preferi esse ano diminuir a produção me focando mais nas obras de qualidade superior do que temas secundários o qual não expresso igual habilidade e inspiração, sigo apenas em ênfase nos temas o qual sou versado. Em termos de fotografia não teve nada de muito revelador, tenho um espaço cedido pela prefeitura de Araruama para expor minhas fotos desde de 2015, todavia na ausência de patrocinador ainda não consegui tocar a frente.
No meio acadêmico obtive bom desempenho na faculdade de pedagogia (quinto e sexto períodos) apesar de duas quedas no rendimento que abrangeram o período da primeira avaliação semestral (Av1) mas com notável recuperação na segunda avaliação (Av2) tendo sido aprovado em todas disciplinas sem ter que ir para recuperação (Av3), tirando o estágio o qual tive que prorrogar a entrega da pasta por problemas logísticos - em virtude de ter que ir para o Rio todo fim de semana, de quinta a segunda, o que atrapalhou bastante a conclusão da equivalente disciplina.
Sobre minha vida espiritual na ausência de poder fazer a obra por falta de oportunidade estive um pouco afastado o que não me impediu nesse ano de escrever textos como sermões apocalípticos em exercício de meu curso de teologia - que planejo convalidar num futuro próximo. Similarmente minha vida pessoal e social teve pouco progresso limitando-se a conhecer algumas novas pessoas da faculdade o que justifica minha ênfase na vida artística, vide literária. Resumindo, minha vida pública e social praticamente inexistem.
Considerei no saldo final um ano positivo e de crescimento, tendo acompanhado (e sutilmente influído) nesse período alguns dos mais importantes desdobramentos históricos que ocorreram em 2016 no Brasil e no Mundo, a exemplo da crise política brasileira e a inesperada eleição de Trump nos EUA. O que fica é o fato de quem tudo ocorrido em 2016 resultaram em eventos de 2017 podendo fomentar possíveis previsões do mesmo, ainda que ante fatores caóticos e assim imprevisíveis.
Literariamente fora um ano rico tendo duas de minhas melhores obras literárias feitas e finalizadas nesse ano, a antologia de ficção científica 'Todas Formas de Sonhar' e o livro mais autobiográfico e de não ficção 'Memórias de Um Ilustre Desconhecido'. Apesar deste último provavelmente ganhar uma nova edição com atualizações (e um capítulo a mais), normalmente não costumo mexer nas minhas obras após serem finalizadas, a menos que seja para correções ortográficas, gramaticais e de pontuação.
Preferi esse ano diminuir a produção me focando mais nas obras de qualidade superior do que temas secundários o qual não expresso igual habilidade e inspiração, sigo apenas em ênfase nos temas o qual sou versado. Em termos de fotografia não teve nada de muito revelador, tenho um espaço cedido pela prefeitura de Araruama para expor minhas fotos desde de 2015, todavia na ausência de patrocinador ainda não consegui tocar a frente.
No meio acadêmico obtive bom desempenho na faculdade de pedagogia (quinto e sexto períodos) apesar de duas quedas no rendimento que abrangeram o período da primeira avaliação semestral (Av1) mas com notável recuperação na segunda avaliação (Av2) tendo sido aprovado em todas disciplinas sem ter que ir para recuperação (Av3), tirando o estágio o qual tive que prorrogar a entrega da pasta por problemas logísticos - em virtude de ter que ir para o Rio todo fim de semana, de quinta a segunda, o que atrapalhou bastante a conclusão da equivalente disciplina.
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| Boletim do sexto período, clique para ampliar. |
Considerei no saldo final um ano positivo e de crescimento, tendo acompanhado (e sutilmente influído) nesse período alguns dos mais importantes desdobramentos históricos que ocorreram em 2016 no Brasil e no Mundo, a exemplo da crise política brasileira e a inesperada eleição de Trump nos EUA. O que fica é o fato de quem tudo ocorrido em 2016 resultaram em eventos de 2017 podendo fomentar possíveis previsões do mesmo, ainda que ante fatores caóticos e assim imprevisíveis.
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sábado, 26 de novembro de 2016
Preconceitos da Literatura Fantástica Tupiniquim
Ao ir na premiação mais importante da literatura fantástica no
Brasil, constato a condição que reflete nossa literatura fantástica
atual. O auditório estava vazio, apenas alguns dos indicados e alguns
membros mais ativos marcaram presença o que me deixou triste.
Enquanto o evento anterior no teatro Machado de Assis, no Armazém 3 da região portuária do Rio - que sedia o LER, evento dedicado a literatura - havia até mesmo impressa, para nossa literatura haviam apenas uns gatos pingados e um fotógrafo registrando o evento para casa, creio.
Não obstante, houveram alguns problemas ainda que o incomodo mesmo tenha sido o vazio que ao meu ver refletia o abismo entre a literatura do gênero no Brasil e a norte-americana. O já tradicional Clube de Leitores de Ficção Científica o qual pertenço assim como a maioria dos autores do gênero parece ter conquistado um pequeno espaço apenas, e a duras penas.
Por qual motivo a literatura fantástica custa a engrenar no Brasil, principalmente comercialmente? Vivemos a extensão do projeto de imbecialização cultural norte-americano a longo prazo em prol das elites inaptas que almejam que aceitamos tudo que querem incondicionalmente de modo acrítico. O projeto já logrou êxito nos Estados Unidos torando mentes letárgicas e acríticas na aceitação apática de tudo numa ‘normopatia’ pela cultura industrializada, vide, norte-americana. Tirando momentos o qual um solavanco que façam sentir em risco o estilo devida deles, os povos das nações cujo poder não pode ser vencido pelas elites acaba apenas adormecendo, tal como ocorre aqui no Brasil.
Essa passividade é primeiramente cultural que a exemplo do Brasil não somente aceita a cultura a alheia como parece substituí-la por produto importado. Esse é o exato sonho do imperialismo norte-americanos que visa ter dos países oprimidos apenas telespectadores, mão de obra barata e nossas riquezas a troco de lixo. Assim se destrói os talentos, tira-se as oportunidades e alarga-se abismos para que se assegure que estes não sejam capazes de atravessa-lo a exemplo de mim. Ficamos a mingua de um limbo entre o anonimato e a influência retraída por transferência moral.
Essa supressão acontece não por uma invasão cultural, mas pela formação de estereótipos pelo senso comum de modo a gradativamente substituir a literatura pelo cinema, o nacional pelo norte-americano – quando naturalmente um não substituí o outro, e vice-versa. Mas isso acontece pela formação de pré-conceitos com os próprios talentos nacionais a exemplo de que: toda história fantástica melhor é a norte-americana.
“Somos vira-latas”
O complexo de vira-latas brasileiro é uma variável do que James Agrey metaforizou para os africanos sobre ser águia ou galinha. É um pensamento inferiorizante como extensão do pensamento opressor que inferioriza nos condicionando a aceitar uma condição que não é, necessariamente, inerente a nossa natureza. Literatura de "pedigree" no gênero ficção científica, apenas a internacional.
Mesmo o hábito de não leitura é um antigo conhecido brasileiro e agravante comum dessa condição. Sou minoria na leitura por amor, mas seu oposto parece ter caminhado culturalmente como resultado do exercício de uma educação deficiente que apenas perpetua o pragmatismo dessas ideias que formam anti-intelectuais.
A exemplo do cinema, por mais bela que seja em sua junção de todas as artes, em sua maioria os filmes norte-americanos são feitos para pensarem pela gente, apenas usamos nossos cérebros para absorver e engolir o que já está mastigado de modo condicionado, enquanto livros são um exercício a imaginação e interpretação subjetiva.
Digo assim que para a solução disso, deve haver uma cultura artesanal produzida com o pensamento nos corações, não nos bolsos, pois mesmo a exemplo das empresas americanas elas não começaram como indústrias, mas nas garagens de garotos rebeldes. Mas, sobretudo, devemos atingir fundo os paradigmas de nossa própria cultura de modo a transforma-la por dentro, não num nacionalismo obtuso como a do nazismo, mas como um delineador de nossa identidade e Ethos.
Enquanto o evento anterior no teatro Machado de Assis, no Armazém 3 da região portuária do Rio - que sedia o LER, evento dedicado a literatura - havia até mesmo impressa, para nossa literatura haviam apenas uns gatos pingados e um fotógrafo registrando o evento para casa, creio.
Não obstante, houveram alguns problemas ainda que o incomodo mesmo tenha sido o vazio que ao meu ver refletia o abismo entre a literatura do gênero no Brasil e a norte-americana. O já tradicional Clube de Leitores de Ficção Científica o qual pertenço assim como a maioria dos autores do gênero parece ter conquistado um pequeno espaço apenas, e a duras penas.
Por qual motivo a literatura fantástica custa a engrenar no Brasil, principalmente comercialmente? Vivemos a extensão do projeto de imbecialização cultural norte-americano a longo prazo em prol das elites inaptas que almejam que aceitamos tudo que querem incondicionalmente de modo acrítico. O projeto já logrou êxito nos Estados Unidos torando mentes letárgicas e acríticas na aceitação apática de tudo numa ‘normopatia’ pela cultura industrializada, vide, norte-americana. Tirando momentos o qual um solavanco que façam sentir em risco o estilo devida deles, os povos das nações cujo poder não pode ser vencido pelas elites acaba apenas adormecendo, tal como ocorre aqui no Brasil.
Essa passividade é primeiramente cultural que a exemplo do Brasil não somente aceita a cultura a alheia como parece substituí-la por produto importado. Esse é o exato sonho do imperialismo norte-americanos que visa ter dos países oprimidos apenas telespectadores, mão de obra barata e nossas riquezas a troco de lixo. Assim se destrói os talentos, tira-se as oportunidades e alarga-se abismos para que se assegure que estes não sejam capazes de atravessa-lo a exemplo de mim. Ficamos a mingua de um limbo entre o anonimato e a influência retraída por transferência moral.
Essa supressão acontece não por uma invasão cultural, mas pela formação de estereótipos pelo senso comum de modo a gradativamente substituir a literatura pelo cinema, o nacional pelo norte-americano – quando naturalmente um não substituí o outro, e vice-versa. Mas isso acontece pela formação de pré-conceitos com os próprios talentos nacionais a exemplo de que: toda história fantástica melhor é a norte-americana.
“Somos vira-latas”
O complexo de vira-latas brasileiro é uma variável do que James Agrey metaforizou para os africanos sobre ser águia ou galinha. É um pensamento inferiorizante como extensão do pensamento opressor que inferioriza nos condicionando a aceitar uma condição que não é, necessariamente, inerente a nossa natureza. Literatura de "pedigree" no gênero ficção científica, apenas a internacional.
Mesmo o hábito de não leitura é um antigo conhecido brasileiro e agravante comum dessa condição. Sou minoria na leitura por amor, mas seu oposto parece ter caminhado culturalmente como resultado do exercício de uma educação deficiente que apenas perpetua o pragmatismo dessas ideias que formam anti-intelectuais.
A exemplo do cinema, por mais bela que seja em sua junção de todas as artes, em sua maioria os filmes norte-americanos são feitos para pensarem pela gente, apenas usamos nossos cérebros para absorver e engolir o que já está mastigado de modo condicionado, enquanto livros são um exercício a imaginação e interpretação subjetiva.
Digo assim que para a solução disso, deve haver uma cultura artesanal produzida com o pensamento nos corações, não nos bolsos, pois mesmo a exemplo das empresas americanas elas não começaram como indústrias, mas nas garagens de garotos rebeldes. Mas, sobretudo, devemos atingir fundo os paradigmas de nossa própria cultura de modo a transforma-la por dentro, não num nacionalismo obtuso como a do nazismo, mas como um delineador de nossa identidade e Ethos.
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