sábado, 21 de julho de 2012
Programa "Censurado" é exibido em Porto Alegre
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Darth Vader Vs Gandalf
Outro encontro já ocorrido nos quadrinhos - e com particular sucesso - é quando Batman cruza o caminho de nada menos que as mais temidas criaturas do espaço, Alien Vs Predador. Apesar do vídeo ser bem produzido a qualidade da imagem não está tão boa, porém, não menos impactante! Vejamos!
Veja o Curta Dirty Laundry do filme do Justiceiro!
quarta-feira, 18 de julho de 2012
A Fuga de Hitler e documentários sobre o Nazismo
A Fuga de Hitler parece nutrir um status cinematográfico onde semelhanças com o fim dos templários e mesmo da teoria da fuga de Jesus Cristo da crucificação, uma vez que ele se considerava um messias.
Esses outros três documentários a partir de provas e novas imagens encontradas do tempo da II Guerra fazem um detalhado dossiê sobre as origens e fundamentos religiosos que forjaram o nazismo esotérico, vale a pena! Vejam o documentário A História oculta do III Reich, onde ciência, crendice e extremismo se fundem:
Mais que política o Nazismo é uma religião extremista fundamentada em mitos e lendas nórdicos.
Personagens famosos Zumbis!
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Definição verdadeira de seita
Quando mundano até vemos pessoas pecadoras como eu serem aplaudidas, porém, não na igreja o único a tal deve ser o Pai nosso que estais no céu. Este pode ser um sinal perigoso de seita!
Seita é visto comumente como sistema fechado de crenças e doutrinas do qual considera-se detendores da verdade exclusiva e que para o cristianismo é algo que nega ou inventa outro Jesus como responsável pela salvação dos pecadores. Todavia por de trás disto pode se esconder uma série de elementos nocivos a sociedade comum como práticas do cinismo disfarçadas aos de fora. Funciona assim: por exemplo quando se descobre algo importante o responsável pela descoberta ou a descoberta em si passa a ser considerada como propriedade destes de modo a ser acessível somente a iniciados neste círculo de modo que estes sobretudo tenham privilêngios especiais sobre pessoas de fora. Tal pode ganhar tamanho vulto como bola de neve que chega ao ponto que para se ter direitos, segurança e acesso a conhecimentos seria necessário faz parte deste grupo fechado. Isso ocorre graças a práticas incorrentemente comuns a tal, como tráfico de influência. O resumo é simples e a conclusão óbvia, não existe quaisquer grandes segredos que não seja apenas podres que por proteger mesmo os que cometem por vezes delitos (considera-se frequentemente acima da lei comum) é retudo prolifero para antisociais e pessoas soberbas.
A palavra de Deus está repleta de palavras de repreensão a estes cuja doutrina é tão herege que normalmente é ocultada.
"...E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também FALSOS DOUTORES, que introduzirão ENCOBERTAMENTE heresias de perdição (...) E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da VERDADE. E por avareza farão de vós negócio com PALAVRAS FINGIDAS; sobre os quais já largo tempo não será tardia sentença, e a sua perdição não dormita. (...) Mas estes, como ANIMAIS IRRACIONAIS, que seguem a natureza feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção. Recebendo galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites quotidianos; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco; Tendo os olhos cheios de adultério, e não cessando de pecar engodando as almas INCONSTANTES, tendo o coração exercitado na AVAREZA, filhos da maldição. Os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Bosor, que amou o prêmio da injustiça."
II Pedro 2.1-15
Este é o clássico exemplo do que Deus interpreta por cão (II Pedro 2.22) mesmo em vista que tal "rótulo" é derivado do costume antigo do povo de Israel em vista que cães são mais honrados e sinceros com aqueles que consideram seus donos, que estes. Porém, como sabemos "O mundo jaz do maligno" e assim sem termos esperaça de prémio de justiça nele - quando dominado por estes não espero ganhar se quer pelo meu talento -, mesmo que Jesus tenha dito: "Tende bom ânimo, eu venci o mundo!"
O mundo do maligno é assim, não há justiça pois impera a desigualdade, com uns mais e outros menos cada qual seu preço, por motivos não menos injustos jamais por talento ou honestidade. Nossa fé, porém, é está:
"Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaque, e Jacó, e todos os profetas, no reino de Deus, e vós lançados fora. E virão do oriente e do ocidente, e do norte, e do sul, e assentar-se-ão à mesa no reino de Deus."
Lucas 13.28-29
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Comentários Douglas Adams
Após loucos nomes complexos deliberadamente inventados em paralelo e crítica a nossa sociedade, Douglas Adams, nos apresenta uma série de situações improváveis e hilárias cuja risada é irrestritamente a filosofia em questão. Da proposta de que o Universo surgiu de um Megaresfriador do qual mesmo uma religião o adorava; Arthur Philip Dent ir morar por cinco anos no passado de nosso mundo até se confrontado com um alienigena cujo significado de vida é tentar ofender cada ser do Universo; encontrar inóspitos passageiros adormecidos e perdidos num planeta onde armas insólitas demonstram nossa insignificância no Universo menos do presidente da Galáxia; confrontar seres que passaram a voar, vacas num restaurante no fim do Universo que querem ser comidas e cochonetes vivos com mesmo nome, como flerte sempre comum com o surreal onde bandas de Rock tem o som tão alto que é capaz de exterminar a vida nas mediações e mesmo alterar o clima, nos leva a perguntas não somente de como querer fazer chá numa nave extraterrestre pode provocar um bug no computador de improbabilidade. Mas a resposta para a Questão fundamental do Universo exprimida num número: 42. No terceiro livro, ‘A Vida, O Universo e Tudo Mais...’, todavia, o autor sugere num devaneio ao final do mesmo o seguinte:
“Uma noite, ele disse, uma espaçonave apareceu no céu de um planeta que nunca antes havia visto uma delas. O planeta era Dalforsas e a nave era aquela. Surgiu como uma nova e brilhante estrela se movendo silenciosamente através do céu.
As pessoas das primitivas tribos que estavam sentadas nas encontas das Montanhas Gélidas olharam para cima, segurando suas xícaras com bebidas fumegantes e apontaram, com dedos trêmulos, jurando que haviam visto um sinal de seus deuses significando que deveriam agora levantar-se e partir para massacrar os malignos Príncipes das Planíces.
A vida, O Universo e tudo mais – Douglas Adams
Qual dos dois povos estão certos sobre o sinal no céu? Nenhum! Assim sendo a crença pura e simples não pode ser a resposta para a existência do Universo, jamais explicaria a equação filosófica deste, quer seja um número, 42, ou não. O problema consiste no ato justamente das relações, como a resposta e a pergunta se relacionam e se dependem como parte por si só do mesmo, é não simplesmente paradoxal sentido da vida, mas reativo, consequente. A resposta é reflexo, sobrepergunta e “sobreresposta”. Espelhos, pois os povos na realidade mais do que simplesmente enxergam o que querem com aquilo no céu, veêm na realidade a si próprios e como primatas diante de um espelho tendem a confrontar seu reflexo, ou o que é refletida nela. Deste modo a pergunta e fator-base do conflito está o espelho, neste caso a nave, são fatores simples mas que com as combinações rendem ínfimas posibilidades como numa sala de espelhos, literalmente infinita em reflexos tal como reflexões. Assim sendo a resposta tanto quando a pergunta para a Questão Fundamental sobre a Vida, o Universo e Tudo Mais, é como a sugerida no mesmo livro:
Como assim? É simples. Eles não poderiam ver atrás do espelho, mesmo que no quesito pergunta falte outra peça ao quebra-cabeças filosófico e paradoxal proposto por Adams, são justamente os espelhos, afinal, ora a resposta reflete a pergunta tal como a pergunta a resposta não como terceiro ponto, o espelho. Os espelhos são as chuvas, os ventos e a reflexão infere a nós, ou seriamos nós, nestes casos os espelhos a refletir? O livro assim trata de jogo de proposições pesperctivas.
O problema não é a crença em si, mas sim a crença infundamentada de precisão. A fé como motivante pode ser tanto má quanto boa. Deste modo crítcas como a do ser que persegue Arthur por ter sido morto por ele em cada reencarnação parecem expressar o rídiculo não somente da situação, como de algumas crenças, mesmo que o livro peque no surreal por vezes demasiado.









